Conferência

capa conferencia 18 de novembro

18 de Novembro de 2017, às 16h

Acesso livre e gratuito para alunos e ex-alunos do programa de Estudos Japoneses deste projecto pedagógico: “Um longo Verão no Japão”.

A sessão pode ser frequentada pelo público geral, a partir dos 16 anos de idade.

Será solicitado o contributo de 2 euros por pessoa, independentemente da idade, para despesas da organização. 

Local: Sala “A”, 1º piso, Instituto Universitário Justiça e Paz, Universidade de Coimbra.

O edifício no qual se realiza esta sessão possuí serviço de bar e wc. Se tem necessidades especiais de mobilidade por favor indique no pedido de inscrição. Se é menor de idade e não se fará acompanhar de um adulto, por favor indique no acto de inscrição.

Fotografias, filme e gravação de som estão interditos.

Inscrições 2017/18

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As inscrições para o ano lectivo 2017/18 encontram-se abertas. As aulas começarão de hoje a um mês, no dia 8 de Setembro.

O programa de Estudos Japoneses poderá ser frequentado por alunos maiores de 16 anos (sem limite de idade), tanto na sua totalidade como apenas numa ou mais disciplinas. A inscrição na totalidade do programa, por períodos trimestrais, tem vantagens para o aluno, nomeadamente por lhe dar desconto. A inscrição em aulas individuais também é possível, estando sujeita à lotação de cada aula/evento e até 24h antes do mesmo.

No primeiro trimestre do ano civil de 2018 iniciarão novas disciplinas que exigem a frequência das disciplinas leccionadas entre Setembro e Dezembro de 2018, pelo que os alunos que não se inscreverem neste primeiro período poderão não ter todas as opções disponíveis no restante ano lectivo.

Recordamos que este é o único plano pedagógico 100% dedicado aos Estudos Japoneses em Portugal, e que tem o reconhecimento da Embaixada do Japão em Portugal.

Para mais informações por favor escreva para umlongoveraonojapao@gmail.com ou na página de facebook. 

Estudos Japoneses: iniciação

Conferência para pequeno grupo, entre 5 a 15 participantes, seguido de perguntas & respostas. Para participantes em nome individual (excluí empresas e organizações). As informações para efectuar inscrição encontram-se no final desta descrição.

Data: 27 de Agosto (domingo)

Horário: das 18h às 20h

Local: Lisboa, Rua da Esperança (a morada exacta será dada aos participantes inscritos)

Conteúdos:

O que são os “Estudos Japoneses”?

O que podem ser os “Estudos Japoneses em Portugal”?

Como é que um estudante, investigador, curioso ou cidadão comum se pode iniciar nos Estudos Japoneses?

Para que servem os Estudos Japoneses na sua vida pessoal e profissional?

Como é que os Estudos Japoneses em Portugal se relacionam com a História, a Cultura e a Arte?

Como é que os Estudos Japoneses em Portugal se relacionam com o Turismo?

Qual a relação entre Estudos Japoneses e Cidadania?

Se não está interessado/preparado para aprender língua japonesa, os Estudos Japoneses servem para si?

Se é estudante de língua japonesa, porque é que este campo lhe deve interessar?

Entre 29 de Agosto e 2 de Setembro decorrerá, em Lisboa, o Congresso da Associação de Investigadores de Estudos Japoneses – EAJS.http://www.nomadit.co.uk/eajs/eajs2017/index

Este Congresso internacional, que reúne habitualmente cerca de mil conferencistas de todos os cantos do mundo, é o momento mais significativo de partilha de saberes dentro da área académica dos Estudos Japoneses, e realiza-se apenas de três em três anos, sempre em diferentes cidades. Neste ano a cidade de acolhimento é Lisboa e o Congresso decorrerá nas instalações da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Nunca decorreu em Portugal um congresso semelhante, e até muito recentemente não era reconhecido a Portugal (no panorama internacional) nenhum papel nos Estudos Japoneses. Com este congresso espera-se que os investigadores e o público fiquem a conhecer melhor este campo académico e também o potencial dos Estudos Japoneses em Portugal.

Contudo, mesmo neste contexto, poucos são os que sabem o que são os Estudos Japoneses, e menos ainda os que têm uma ideia do que são os Estudos Japoneses em Portugal. Esta sessão pretende por isso abordar a questão premente e no tempo certo, em simultâneo com envolvimento no referido Congresso.

Para se inscrever:
1 – enviar email para umlongoveraonojapao@gmail.com
2 – receberá referência para liquidar a inscrição
3 – deverá enviar por email comprovativo de pagamento (talão multibanco, print screen, digitalização, foto, etc)
4 – receberá comprovativo de inscrição e dados complementares para a sessão

Tragam as vossas perguntas e experiências!

12 meses convosco…

Foi em Junho de 2016, com a Pré-Festa do Japão em Coimbra, que arrancámos a sério com o projeto de estudos japoneses em Portugal, tendo finalmente uma Casa que nos acolhesse e um plano pedagógico para todo o ano lectivo que se avizinhava. Durante o  Verão oferecemos os primeiros cursos, preparámos uma exposição interativa e em Setembro começaram a funcionar as aulas. Pela primeira vez na longa história da relação entre Portugal e o Japão, de forma consistente e com ritmo certo semanal, um grupo de pessoas juntou-se para aprender sobre o Japão e a cultura japonesa, todas as sextas-feiras, muitas vezes com convidados japoneses ou proporcionando o encontro de alunos japoneses com alunos portugueses.  Mais de nove meses disto e continuamos, todas as sextas-feiras. Veja o que fizemos juntos neste ano lectivo, e junte-se a nós para os cursos de Verão!

Professor Motoshige Itoh em Lisboa

No próximo dia 27 de Outubro às 17h terá lugar na Universidade Católica Portuguesa (Lisboa) uma conferência de entrada livre intitulada “On the Present State of the Japanese Economy”. A conferência será proferida em inglês pelo convidado especial, o Professor Motoshige Itoh, o qual é docente na Faculdade de Ciências Sociais Internacionais da Universidade de Gakushuin (e Professor Emeritus da Universidade de Tóquio). Esta é uma iniciativa da Embaixada do Japão em Portugal.

Apesar de esta conferência ser de entrada livre é necessário fazer o pré-registo da sua presença. Quem desejar assistir à conferência deverá contactar o Sector Cultural da Embaixada do Japão em Portugal:  economia@lb.mofa.go.jp ou pelo telefone 21 311 0560.

Colóquio Internacional

Amanhã, em Lisboa, vai realizar-se o primeiro Colóquio Internacional de Estudos Japoneses em Portugal dedicado especificamente à relação entre a Era dos Descobrimentos e as problemáticas da Globalização. O acesso a este colóquio é totalmente livre e gratuito, e não se limita a alunos da instituição de ensino no qual o mesmo se realiza. Noto ainda que estarão presentes, pela primeira vez em Portugal, nomes muito relevantes no panorama académico japonês.

coloquio cham

coloquio cham 2

Para aceder ao cartaz em PDF: Cartaz_CrossroadsCulturesFirms

Quanto à minha comunicação, agendada para as 15.30h, revelo aqui no blog o seu resumo.

Challenges in Identity and Territory:

from the visual culture of memory to the status of “heritage”

Key Words: Identity, Territory, History, Religion, Tourism

Core concepts in Western Philosophy such as Identity, Memory and History have never been considered to suit phenomena taking part in Japan as much as Japanese ideas about living treasures, reconstructing monuments and non-linear time have been scarcely used in arguments about European or even American culture. However, as the logics of cultural management and territory planning took a turn to a more global frame – the so called “glocal” issue – the need to reflect upon new problems made scholars and professionals seek out-of-the-ordinary schemata, questioning frontiers between disciplines and academic traditions. Fields of research that used to be very far from each other, anthropology and art history in one hand, international relations and politics in the other, found themselves face to face in more than one particular type of “heritage”. The visual culture of both places and people got intertwined with tourism practices to the point of being necessary to discuss what the commodity is and what is the identity, not neglecting the ability to “imagine” a community but going beyond that: finding strategies to develop low-populated regions, deal with aging, keep the pace in security challenges, take a grasp on religious narratives and crate a safe environment for native or foreign minorities.