Inscrições 2017/18

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As inscrições para o ano lectivo 2017/18 encontram-se abertas. As aulas começarão de hoje a um mês, no dia 8 de Setembro.

O programa de Estudos Japoneses poderá ser frequentado por alunos maiores de 16 anos (sem limite de idade), tanto na sua totalidade como apenas numa ou mais disciplinas. A inscrição na totalidade do programa, por períodos trimestrais, tem vantagens para o aluno, nomeadamente por lhe dar desconto. A inscrição em aulas individuais também é possível, estando sujeita à lotação de cada aula/evento e até 24h antes do mesmo.

No primeiro trimestre do ano civil de 2018 iniciarão novas disciplinas que exigem a frequência das disciplinas leccionadas entre Setembro e Dezembro de 2018, pelo que os alunos que não se inscreverem neste primeiro período poderão não ter todas as opções disponíveis no restante ano lectivo.

Recordamos que este é o único plano pedagógico 100% dedicado aos Estudos Japoneses em Portugal, e que tem o reconhecimento da Embaixada do Japão em Portugal.

Para mais informações por favor escreva para umlongoveraonojapao@gmail.com ou na página de facebook. 

12 meses convosco…

Foi em Junho de 2016, com a Pré-Festa do Japão em Coimbra, que arrancámos a sério com o projeto de estudos japoneses em Portugal, tendo finalmente uma Casa que nos acolhesse e um plano pedagógico para todo o ano lectivo que se avizinhava. Durante o  Verão oferecemos os primeiros cursos, preparámos uma exposição interativa e em Setembro começaram a funcionar as aulas. Pela primeira vez na longa história da relação entre Portugal e o Japão, de forma consistente e com ritmo certo semanal, um grupo de pessoas juntou-se para aprender sobre o Japão e a cultura japonesa, todas as sextas-feiras, muitas vezes com convidados japoneses ou proporcionando o encontro de alunos japoneses com alunos portugueses.  Mais de nove meses disto e continuamos, todas as sextas-feiras. Veja o que fizemos juntos neste ano lectivo, e junte-se a nós para os cursos de Verão!

O papel das humanidades para o crescimento económico

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Os jovens recém licenciados no Japão também enfrentam problemas como estágios de escravatura, formações profissionais extras que nunca mais acabam, precariedade (no sentido em que os contratos já não são seguros e os primeiros anos de salário nem chegam para sair de casa dos pais), e claro, desemprego. Mas, nesse panorama, uma conclusão a que alguns japoneses e também estrangeiros residentes no Japão já chegaram foi o seguinte: o crescimento da economia não pode fazer-se enquanto continuarem a ignorar o campo das ciências sociais e humanas, o da arte e o da cultura.

Em Portugal ainda nem sequer se chegou a essa conclusão… Eu (e uns poucos) andamos a “pregar aos peixes”…

No Japão praticamente não há “tradição” de estudos artísticos de cariz humanista e filosófico, a antropologia é um “alien” e a filosofia é “exótica”. A nação que deu ao mundo pérolas de cultura como a Cerimónia do Chá e a poesia Haiku menosprezou a sua própria fonte de vida.

E por aqui, vamos repetir o mesmo erro?

Leiam este artigo no Japan Times que vale mesmo a pena.