Plano de Viagem para Agosto

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Costuma dizer-se “a pedido de várias famílias” não é verdade? Pois bem, durante o ano de 2018 procurámos ajudar quem quer viajar ao Japão, fazendo conferências públicas de acesso livre, directos na nossa página de facebook e escrevendo muitos artigos e dicas no nosso parceiro, o site Japantravel. Mas as mensagens que nos chegavam continuavam a apontar para uma necessidade: um plano low cost, sem comprometer a autenticidade da experiência e o acompanhamento de um guia.

Por isso, para responder ao tal pedido, criámos um plano que respeita os 3 critérios mais solicitados: ser nas férias de Verão, ter um orçamento abaixo dos 2000 euros, e caber todinho em duas semanas.

O documento que apresenta o Plano de Viagem, com e sem extensão, está disponível aqui: Plano de Viagem low cost Japão para Agosto-Setembro de 2019 _ condicoes e itinerario

Responderemos a todos os pedidos de esclarecimento que nos chegarem por email: umlongoveraonojapao@gmail.com, mas apenas por essa via.

Esperamos que seja possível constituir um grupo o mais brevemente possível para podermos fazer as marcações e reservas com estes preços baixos e assegurar a viagem a quem quer conhecer o Japão com quem o conhece bem!

Esta é a minha prenda para todos os que nos seguem, visitam este blog, subscrevem o canal youtube e acompanham a página no Facebook. Espero que tirem o melhor partido desta prenda e que seja desta que se cumpre o mote original (criado nos idos de 2013…): “Conheça o Projecto, Faça a Viagem!”

~ Inês Matos ~

 

 

Beppu 2019 alojamento

O programa de residências artísticas Beppu 2019 permite aos artistas selecionados residir durante 20 dias na pequena cidade costeira de Beppu, localizada na prefeitura de Oita.

Durante esse período de tempo, para além de quarto, acesso a termas (onsen) e vários tours e workshops, têm espaço para trabalhar nos seus projectos e encontros com artistas locais.

As fotografias que se seguem ilustram as condições de estadia (foram tiradas exactamente onde os artistas vão ficar).

Não se incluem aqui as fotos dos ateliers e outros espaços de trabalho, pois esses dependerão das necessidades dos artistas selecionados.

Este programa não tem fins lucrativos. Existe um custo de participação (1700 euros), para cobrir as despesas da organização, incluindo tours e workshops. A organização em si não carece de honorários.

Esse valor inclui acompanhamento desde a chegada ao Japão (aeroporto de Kansai) e durante todo o período da residência artística, bem como curadoria para exposições/eventos a realizar.

Para mais informações solicite o documento com as condições de candidatura através de e-mail: umlongoveraonojapao@gmail.com.

Arte & Música

Artistas plásticos, músicos/cantores, e outros criadores de arte interessados em residências artísticas enquadradas em planos colaborativos no Japão contactem umlongoveraonojapao@gmail.com.

Consulte as condições e preços aqui:

 Beppu 2019 condições

A organização em Portugal representa a NPO (Non Profit Organization) Midori no Mori, dedicada a revitalizar áreas rurais/de montanha e a realizar actividades ao ar livre com forte componente de contacto com a Natureza. Pode consultar o Facebook desta NPO abaixo indicado (só em japonês)

https://m.facebook.com/midorinomori.p/

Este programa destina-se a artistas com currículo relevante em arte & música com elementos de folquelore/cultura ancestral/etnologia/natureza e paisagem.

Nacionalidade portuguesa (ou residência fixa em Portugal), ou nacionalidade japonesa.

Preferencialmente com intenção de desenvolvimento de projetos em colaboração com artistas japoneses dessa mesma área.

A organização da viagem, alojamento, actividades e outra programação associada não tem fins comerciais. Os custos serão partilhados pelos participantes.

Com serviço de curadoria incluído e garantia de exposição/performance/espectáculo.

Residência artística a realizar entre 21 de Fevereiro e 12 de Março de 2019.

Com possibilidade de estender a estadia no Japão e integrar programa cultural e turístico na segunda quinzena de Março.

Apenas 6 lugares disponíveis para artistas.

Encerramento de candidaturas a 10 de Dezembro.

Selecção depende do envio de todos os elementos acima pedidos (ver doc PDF) e também entrevista.

Aberto a acompanhantes, na qualidade de “turismo”. (Com possibilidade de excursões e tours.)

Pôr o projeto em campo e outras estórias

No passado dia 20 de Abril, a convite da Professora Manuela Alvarez e com o apoio da Professora Filipa Alvim, apresentei uma palestra numa das aulas da unidade curricular de Projeto, no Mestrado de Antropologia Médica do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra. Esta sessão, apesar de ser pensada sobretudo para os alunos desse Mestrado, foi aberta a toda a comunidade académica. A apresentação que serviu de suporte a essa palestra está agora aqui disponível.

 

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Colóquio Internacional

Amanhã, em Lisboa, vai realizar-se o primeiro Colóquio Internacional de Estudos Japoneses em Portugal dedicado especificamente à relação entre a Era dos Descobrimentos e as problemáticas da Globalização. O acesso a este colóquio é totalmente livre e gratuito, e não se limita a alunos da instituição de ensino no qual o mesmo se realiza. Noto ainda que estarão presentes, pela primeira vez em Portugal, nomes muito relevantes no panorama académico japonês.

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Para aceder ao cartaz em PDF: Cartaz_CrossroadsCulturesFirms

Quanto à minha comunicação, agendada para as 15.30h, revelo aqui no blog o seu resumo.

Challenges in Identity and Territory:

from the visual culture of memory to the status of “heritage”

Key Words: Identity, Territory, History, Religion, Tourism

Core concepts in Western Philosophy such as Identity, Memory and History have never been considered to suit phenomena taking part in Japan as much as Japanese ideas about living treasures, reconstructing monuments and non-linear time have been scarcely used in arguments about European or even American culture. However, as the logics of cultural management and territory planning took a turn to a more global frame – the so called “glocal” issue – the need to reflect upon new problems made scholars and professionals seek out-of-the-ordinary schemata, questioning frontiers between disciplines and academic traditions. Fields of research that used to be very far from each other, anthropology and art history in one hand, international relations and politics in the other, found themselves face to face in more than one particular type of “heritage”. The visual culture of both places and people got intertwined with tourism practices to the point of being necessary to discuss what the commodity is and what is the identity, not neglecting the ability to “imagine” a community but going beyond that: finding strategies to develop low-populated regions, deal with aging, keep the pace in security challenges, take a grasp on religious narratives and crate a safe environment for native or foreign minorities.