Aulas de língua japonesa de Abril a Junho

Este post foi editado a 28-03-2018 de modo a incluir alterações de agenda, as quais foram motivadas pelo cancelamento dos grupos A e B de língua japonesa. 

O calendário de aulas para o grupo C (intermédio) é o seguinte:

entre as 21h e as 22:30h, sextas-feiras

Abril: 6, 13, 20 e 27; Maio: 4, 11, 18 e 25; Junho: 1, 8, 15 e 22

Total de aulas previstas neste trimestre: 12. Valor: 120 euros.

As inscrições para as aulas deste trimestre com os valores acima indicados decorrem até ao dia 5 de Abril, considerando-se imprescindível para o registo de inscrição o envio de comprovativo de pagamento para este email: umlongoveraonojapao@gmail.com.

Os alunos do ensino superior com dificuldades económicas poderão inscrever-se liquidando o mínimo de 50% no acto de inscrição, sendo o restante 50% necessariamente liquidado até ao dia 4 de Maio.

Para inscrições recebidas depois do dia 5 de Abril o valor da contribuição trimestral é calculado a 15 euros por aula (em vez de 10 euros).

Todos os interessados em integrar estas aulas e que não sejam ainda alunos do nosso programa poderão solicitar diagnóstico (gratuito).

Aprender japonês com séries – II

Para saber mais sobre os objectivos desta rubrica por favor leia este post. Para saber mais sobre a primeira recomendação desta rubrica, que é uma série de animação, leia este post.

Como a principal preocupação aqui é ajudar os nossos alunos de língua japonesa e todos aqueles que estão a procurar aperfeiçoar o seu japonês, vamos focar-nos agora em recomendações práticas e metodológicas. Independentemente da idade, género, preferências e gostos do aluno, é importante ter em mente que o primeiro requisito para um estudo bem sucedido é a metodologia. E se a palavra o incomoda basta substituí-la por “atitude”. Se o aluno simplesmente vê as séries, passivamente, colherá apenas benefícios mínimos da experiência imersiva da qual falámos no primeiro post desta rubrica. Por outro lado, se a sua “atitude” for activa, a série servirá para lhe abrir as portas da língua japonesa sem contudo deixar de lhe proporcionar prazer/entretenimento. É certo que pode ser incómodo, ao início, instrumentalizar assim uma série e interromper os episódios constantemente, mas ao entender as subtilezas de discurso e de drama que antes lhe estavam vedadas irá desfrutar ainda mais do programa que está a ver.

Para sabermos mais sobre esta “atitude” vamos começar por uma expressão japonesa:

テレビを見ることは受動的活動である。(Ver televisão é – por definição – uma não-actividade / é passivo.)

A palavra-chave da expressão acima é 受動的  (leitura: じゅどうてき), que transmite a ideia de não-acção, passividade, contemplação, quietude, sentido acrítico.  Pode ser o ideal para um passeio no bosque, a meditação zen ou a visita a uma galeria para contemplar obras de arte, mas não é considerado algo positivo quando o observador está exposto aos media e muito menos quando está a procurar aprender alguma coisa com eles. Por isso, em vez de 受動的, o aluno deve procurar ser 能動的 (leitura: のうどうてき), isto é, activo. O primeiro kanji ( 能 ) diz respeito à habilidade, talento ou capacidade, e o segundo kanji ( 動 ) apresenta-nos os valores (ambíguos) do movimento, mudança, choque ou convulsão. Ter uma atitude 能動的 não é só ser activo mas também saber usar a dinâmica da actividade para enriquecer ainda mais os talentos que já possuí, usando por isso a habilidade que já tem de modo incipiente para a aumentar exponencialmente.

A partir deste ponto é necessário fazer uma diferenciação na metodologia: de um lado há aqueles que necessitam de legendas na sua língua materna (ou inglês, que é mais frequente), e do outro há aqueles que avançam mais se virem as séries com legendas em japonês. O “segredo” de um estudo bem sucedido é a adequação das capacidades que se pretendem adquirir com aquelas que já se têm, pelo que as ferramentas a pôr em prática são diferentes conforme o nível de proficiência do aluno.

Para um aluno que veja a série com legendas na sua língua (ou numa outra língua que domina bem) também se aplica o que se dirá a seguir para os alunos mais avançados, mas com ligeiros ajustes. O aluno de iniciação pode fazer, por exemplo, um dicionário de expressões coloquiais, ou mesmo um quadro de falas típicas de cada uma das personagens, o que o ajudará a compreender o discurso quotidiano e a correspondência entre perfil da personagem e nível da linguagem utilizada. Para que esta estratégia funcione é importante que as legendas tenham sido bem colocadas, o que infelizmente nem sempre acontece nos serviços de fan-sub (fãs que criam as legendas de modo amador, colocando assim as séries disponíveis em sites de acesso gratuito).

Para o aluno que já consegue acompanhar uma série com legendas em japonês, deverá fazê-lo. Mesmo em serviços de visualização tão comuns hoje em dia como o Netflix e o Hulu essa funcionalidade existe. Aliás, ao escolher as legendas em japonês, o número de séries disponíveis será automaticamente seleccionado, já que as opções variam de país para país. A principal vantagem de estar a ler as legendas em japonês ao mesmo tempo que se ouve é que essa experiência é muito próxima da experiência escolar e exige logo uma postura mais concentrada (em vez do “binge-waching”). O aluno tem uma confirmação instantânea do que conhece e do que não conhece no vocabulário e pode fazer as pausas necessárias para criar um dicionário de novo vocabulário adquirido. Mas  fazer “pausa” uma vez não chega, é necessário voltar atrás tantas vezes quantas necessárias e ouvir de novo o vocabulário ou frase recém-adquirida, desta vez com os olhos fechados para se concentrar na aquisição da memória sonora.

Escusado será dizer que este exercício corre melhor quando se faz sozinho, a menos que dois ou mais alunos se encontrem exactamente no mesmo nível e com as mesmas características de aquisição da língua japonesa, o que é extremamente raro. Mesmo entre alunos que tiveram aulas na mesma turma desde o início há aqueles que aprendem mais pelo ouvido, os que se fundamentam na gramática, os que têm a escrita mais avançada que a pronúncia, etc. Por isso, essencialmente, o exercício em si é para se fazer a sós e com a atenção indivisa. Depois, numa segunda ou terceira visualização do episódio, já pode fazê-lo com amigos/colegas e até eventualmente desfrutar mais de outros elementos que ficaram em segundo plano quando estava focado em aprender a língua, como por exemplo os cenários ou a banda sonora.

Para além da abordagem 能動, ou mais exactamente por causa dessa abordagem, é importante escolher séries em que o uso da língua seja realista. Note-se, não se está aqui a dizer que a série em si tem de ser realista, pois até escolhemos apresentar como primeira sugestão uma série em que os animais falam… Mas é realmente importante que a referência que vai ser usada para estudo seja um reflexo do uso da língua japonesa actual, quotidiana e correcta. Séries que sejam até extremamente realistas – por exemplo uma série de tema histórico que se foque em Sengoku Jidai (no período dos Reinos Combatentes, séc. XV d.C) – podem ter muito interesse para um certo tipo de alunos, mas se os diálogos são todos num japonês histórico ou arcaico isso não vai ajudar quase nada o aluno que pretende adquirir conhecimentos sobre a língua japonesa no século XXI. Na verdade, no que diz respeito a expressões coloquiais ou mesmo gíria, até conteúdos tão recentes como os anos 90 do século XX podem ser demasiado “datados”. Por exemplo, a expressão ちょうベリバア, em que ちょう é o prefixo informal para “super” e ベリバア é o neologismo com origem no inglês “very bad”, foi uma expressão típica do movimento gyaru dos anos 90 mas quem a usar em voz alta hoje em dia irá parecer muitíssimo desactualizado, um pouco como se dissesse “bué” (que também esteve na moda na cultura juvenil em Portugal há alguns anos atrás). Consequentemente, é preciso ter cautela com o vocabulário das chamadas “expressões idiomáticas” e com expressões datadas. Pode ser divertido descobri-las, mas não seria nada divertido usá-las no contexto de conversação com alguém que tenha o japonês como língua nativa.

O terceiro aspecto que necessitamos de apontar aqui é a questão da aquisição de hábitos, ou seja, “a repetição faz a perfeição”. O aluno deverá prever que não vai aprender muito nem colher imediatamente os benefícios da primeira vez que faz este exercício, e talvez até nem da primeira série que “estuda” desta maneira. Com efeito, pode até nem ser pela falta de experiência neste tipo de exercício mas sim por critérios que dependem mais da escolha da série (actores, tema, duração, etc). Contudo, é importante ter consistência e praticar mesmo assim. Normalmente depois de alguns episódios já se sentirá muito natural a fazer este estudo. Portanto, a primeira série que se escolhe para praticar “aprender japonês com séries” deverá ser mais para praticar o método em si do que pelo que pode aprender com a série, e nesse caso deverá até escolher uma série com um japonês muito básico. Numa segunda série poderá aumentar o grau de dificuldade e assim sucessivamente.

Recomendamos que experimentem a série ビューティフルレイン (Beautiful Rain), porque a maior parte dos diálogos são entre um adulto e uma criança (pai e filha) e por isso são muito simples na sua estrutura e com um vocabulário muito acessível. Esta série também não está “datada” porque é de 2012 e o tema é um dos mais comuns nas séries do tipo “para toda a família”: como lidar com a doença debilitante e/ou fatal no seio das relações familiares. Se já vê séries japonesas saberá como este argumento é comum, essencialmente porque permite apresentar grandes momentos dramáticos e explorar o tema da dependência como fundamento do amor (algo muito especificamente nipónico).

jdrama beautiful rain

 

Planos para o Verão

Ao longo deste ano lectivo temos recebido vários emails de pessoas que gostariam de integrar as aulas de língua japonesa ou que, contactando-nos em nome dos seus filhos, gostariam que estes tivessem aulas de iniciação. Contudo, estando o ano lectivo já a decorrer, torna-se impossível integrar estes alunos, especialmente porque se encontram no nível básico ou mesmo sem alguma vez terem tido aulas de japonês. Infelizmente apenas nos foi possível criar uma turma nova a meio do ano, que foi a de japonês intermédio, porque se constituiu um grupo com número suficiente de interessados (6 alunos) e que estavam todos aproximadamente no mesmo nível. Apesar disso, como não gostamos de desiludir ninguém, ficámos a pensar em como seria possível corresponder aos pedidos que recebemos.

Muitos desses pedidos eram de pessoas que não residem em Coimbra, por isso a marcação das aulas tinha de ter isso em conta (a deslocação, e eventualmente a coincidência com períodos de férias). Então, finalmente, conseguimos criar um modelo de curso intensivo que – esperamos – venha a corresponder às necessidades de tantas pessoas que anseiam por mergulhar na língua japonesa com o apoio de um professor especializado. Por vezes, sobretudo no caso dos mais novos, as “aventuras” na aprendizagem do japonês começam na manga/anime e em memorizar hiragana, katakana e algumas frases, mas sem a orientação de um professor não se consegue progredir muito, e frequentemente adquirem-se hábitos que são mesmo contraproducentes para vir a conhecer e usar bem a língua japonesa.

Neste curso intensivo pensámos especialmente naqueles que querem tirar o melhor partido do seu tempo, concentrando as aulas em blocos de três horas, todas no mesmo dia: aos sábados. Também pensámos que, ao fazer as aulas aos sábados à tarde, estas estariam acessíveis tanto aos que estão em férias escolares como aos trabalhadores.

A nossa sala de aula receberá bem qualquer aluno, de qualquer idade, porque as aulas serão conduzidas pela nossa professora que tem experiência neste tipo de turmas mistas e que é natural do Japão.

Mas não é por concentrarmos as aulas aos sábados que o resto da semana é inteiramente de “férias”, pois o que seria um curso intensivo sem orientação para estudo intensivo também? Esperamos que, com os módulos de tarefas e os materiais pedagógicos que vamos dar os alunos, possam progredir bastante de semana a semana. Aliás, podemos garantir que, para quem aproveitar ao máximo o que este curso tem para oferecer, poderemos integrá-los nas aulas regulares de língua japonesa já do próximo ano lectivo, a partir de Setembro. Por isso este não é só um curso intensivo, é a porta de entrada para o caminho, devidamente orientado, na aprendizagem completa da língua e cultura do Japão.

As aulas terão lugar todos os sábados de Julho: 7, 14, 21 e 28, das 15:30h às 18:30h, no Instituto Universitário Justiça e Paz (no pólo 1 da Universidade de Coimbra).

As inscrições estão abertas até dia 15 de Junho ou até que se esgotem as vagas disponíveis.

Para se inscrever, por favor envie email para umlongoveraonojapao@gmail.com com o assunto “curso intensivo” e indique o nome, idade, localidade de residência e número de pessoas que se desejam inscrever (e o nome, idade e local de residência de cada uma delas). Receberá, em resposta a esse email, a referência para transferência bancária.

Solicitamos a contribuição de 120 euros por pessoa.

Em seguida, deverá enviar para o email umlongoveraonojapao@gmail.com um comprovativo de transferência (por exemplo foto de talão multibanco ou captura de ecrã da transferência online) para que possamos registar a/as inscrição/ões.

Se não se reunir o número mínimo de inscrições não abrirá o curso, e consequentemente aqueles que se inscreveram receberão reembolso de 100% do que pagaram pela inscrição.

O valor acima indicado não é reembolsável se deixar de frequentar as aulas (desistência ou falta) pois destina-se a ser usado logo no início do curso para assegurar a professora e também para cobrir o aluguer da sala durante os sábados do mês de Julho. A organização deste programa pedagógico é 100% voluntária e sem fins lucrativos.

Esperamos que seja possível abrir este curso, mas precisamos de reunir pelo menos cinco inscrições para o fazer. Por isso agradeço desde já o passa-palavra de todos aqueles que conhecem alguém que possa estar interessado. Vamos fazer deste Verão aqueles que todos vão recordar como uma verdadeira aventura japonesa!

Aprender japonês com séries – 1

しろくまカフェ

Shirokuma Café, isto é, O Café do Urso Polar, foi originalmente criado por Aloha Higa como manga e depois adaptado a anime em 2012. Aqui iremos tratar da sua verão como série, neste caso série de animação, já que esta rubrica se dedica a conteúdos audiovisuais. Para darem uma vista de olhos ao manga, e terem uma ajuda a ler o primeiro capítulo, consultem este vídeo da Misa-san.

shirokuma cafe_1

A série parte do princípio que os animais (ou pelo menos alguns deles) vivem naturalmente entre os humanos, com um modo de falar, comportar-se e viver que é em tudo igual ao dos humanos. Sendo assim, há um certo urso polar que gere um café, localizado numa simpática casinha de madeira no meio de um jardim. O urso polar é uma personagem muito curiosa, e é precisamente a sua personalidade única e sentido de humor surpreendente que dão encanto a esta série. O urso polar simplesmente adora jogos de palavras, e gozar um pouco com os amigos ao mesmo tempo que mantem uma expressão composta e uma sobriedade genial. Outra personagem central é o pequeno urso panda, um adolescente imaturo que é obrigado a procurar um part-time pela própria mãe, que estava farta de o ver desperdiçar tempo em casa. O panda é um tanto egocêntrico e insensível, mas de algum modo nunca chega a ser detestável porque realmente é adorável na sua imaturidade. Junto com o pinguin (que tem um drama pessoal de natureza amorosa) e outros frequentadores habituais do café, a série vai mostrando o dia-a-dia deste grupo de personagens, ao qual não faltam também os amigos humanos.

Para além de ser uma série de grande qualidade gráfica, com peripécias que nunca deixam definhar o enamoramento inicial e personagens muito consistentes e em constante desenvolvimento, o maior ponto a favor do Shirokuma Café para os estudantes de língua japonesa é precisamente o facto de esta série ter sempre, em cada episódio, momentos divertidos ligados aos jogos de palavras, aos equívocos com a língua ou aos múltiplos significados das expressões japonesas. Para fãs de trocadilhos, ou para quem quer perceber os encantos sádicos do japonês, esta é a série perfeita.

Exemplo dos jogos de palavras típicos desta série – vídeo

Dependendo do nível no qual se encontra o aluno, esta série pode ser vista com legendas (existe disponível com legendas em inglês) ou sem legendas, já que os diálogos são acessíveis a um estudante em nível intermédio/avançado. Contudo, nos momentos dos trocadilhos será melhor fazer pausas e anotar os exemplos dados, para que depois se possa ir criando um caderno de estudo. Deverá notar-se também o estilo de uso da língua em personagens distintas, que têm diferentes idades e posições na sociedade. Por exemplo, o aluno poderá anotar expressões do urso panda e expressões do urso polar (fora dos momentos de humor) e “dissecar” as diferenças. Ao aparecer um outro urso – o urso pardo – existe ainda mais um exemplo contrastante. Neste caso o uso da língua japonesa pelo urso pardo é marcado pelo seu estilo de vida e incluí até alguns regionalismos.

Exemplo dos diferentes usos da língua japonesa entre os três ursos – vídeo

A série Shirokuma Café já tem uns aninhos mas nunca se desatualiza porque os temas são interessantes e intemporais: relacionamento entre indivíduos (sejam pessoas ou animais), relação entre trabalho e lazer, desafios pessoais tais como ter aulas de condução ou aventurar-se a fazer uma viagem, etc. Ao contrário de muitas outras séries de animação, as quais usam demasiadas expressões que rapidamente ficam “datadas”, quem aprende japonês com o Café do Urso Polar não corre esse risco. Quando há formas específicas de falar estas dependem mais da personagem em questão do que da data (se é a senhora doméstica de meia-idade/mãe do urso panda ou se é um rebelde roqueiro que se aventura pelo mundo de moto/urso pardo) e esse é precisamente um ponto a favor da série, já que apresenta de modo muito natural como a língua japonesa tem variações específicas para determinados grupos/indivíduos conforme o seu papel na família e na sociedade em geral. Mais uma vez, para que seja uma experiência pedagógica, o aluno deverá tirar anotações, pausando o episódio sempre que necessário, e confrontar as suas dúvidas com os seus manuais e dicionários, ou melhor ainda, com o seu professor/a de língua japonesa.

É possível aprender japonês com séries?

jdrama

Na aprendizagem de uma língua estrangeira é muito importante procurar acima de tudo a “imersão”. A “imersão” é o processo deliberado de procurar recriar a experiência que uma criança pequena tem ao aprender a sua língua nativa, e apesar de não ser 100% garantido para a aquisição de uma língua estrangeira em idades mais tardias, não deixa de ser o método mais próximo daquele a que o nosso cérebro está habituado, com evidentes sucessos em várias pedagogias. Contudo, criar experiências imersivas para a aprendizagem de uma língua é bastante mais difícil do que parece à primeira vista, algo que todos os professores reconhecem, já que a maior parte deles se esforça bastante para que isso seja possível.

Uma das estratégias para a aquisição da língua japonesa é a audição de diálogos e interações entre falantes nativos ou entre um falante nativo e um estrangeiro, sobretudo em contextos quotidianos e enquadrados por alguma espécie de estrutura unificadora. Por exemplo, vários programas seguem uma personagem fictícia que se encontra subitamente no Japão e com poucos conhecimentos prévios de japonês, pelo que vai aprendendo a língua em contexto de escola ou trabalho, numa saída com amigos, numa reunião de escritório, etc. Os exercícios que o aluno deve realizar passam por ouvir atentamente os diálogos, repeti-los e eventualmente responder a questões sobre o assunto em questão. Apesar de estes exercícios serem muito importantes, e por isso mesmo incluem-se sempre alguns deste género nos manuais oficiais de língua japonesa, os estudantes tendem a estranhar-lhes a superficialidade, a cadência pouco natural da fala destes atores-de-voz bem treinados, as próprias circunstâncias e conteúdo das conversas, e – não raramente – consideram estes exercícios totalmente inúteis quando chegam ao Japão para estudar ou trabalhar e têm de se integrar em contextos com falantes nativos de japonês.

Existe ainda uma outra razão para que estes exercícios possam não ter o efeito desejado nos alunos (ou seja, o efeito previsto por quem criou os manuais), a qual se prende mais com o quão ativo é o papel do aluno na construção da sua aprendizagem. Os manuais japoneses, quando realizados no Japão e por equipas editoriais japonesas, tendem a “esquecer-se” que os alunos não asiáticos de japonês (e sobretudo os europeus) têm implementado nas suas escolas pedagogias diametralmente opostas, e que por isso os alunos (e mesmo os adultos que já não são estudantes) se relacionam com as matérias a aprender de modo completamente diferente. No Japão o ciclo de ensino obrigatório não se foca na construção ativa do saber, na formação de um pensamento crítico e/ou subjetivo, nem na argumentação. Em vez disso os alunos japoneses realizam sucessivos exercícios de repetição, chegando ao extremo de terem vários anos de língua inglesa no currículo e conseguirem responder plenamente a questões de gramática mas sem a mínima capacidade de encetar uma conversação simples ou entender o discurso de um falante nativo de inglês. Por outro lado, o aluno – digamos – europeu, valoriza o engajamento com o exercício, a capacidade de compreender no imediato que está a criar novas competências e a possibilidade de verificar logo como essas competências o levam a compreender melhor uma realidade mais vasta, realista, e dentro da qual se pode imaginar a ele mesmo.

Por tudo isto, têm aparecido nos últimos anos vários artigos em sites e blogs (com níveis de profundidade variáveis…) sobre de que modo é que conteúdos multimédia tais como séries, filmes, e até músicas podem contribuir para a criação dessa ambicionada proficiência em língua japonesa. A esmagadora maioria dos referidos artigos resume-se a listas de séries ou filmes, com um comentário muito breve do assunto que a mesma trata, e destinam-se ao público que já gosta de ver esses conteúdos (quer esteja a aprender japonês ou não) e que pretende – ainda que inconscientemente – que o tempo de despende a vê-los não lhe pareça desperdiçado. Ou seja, está implícito que a audiência tem um certo sentimento de culpa, eventualmente uma leve noção de que incorre no pecado de procrastinação, e naturalmente quem escreve os conteúdos desses artigos explora essas motivações para “cozinhar” uma listinha apetecível de recomendações, as quais são elencadas mais pela sua relação com os patrocinadores do referido artigo do que em consequência de uma visualização criteriosa das mesmas. Entenda-se que não se pretende aqui julgar as motivações de ninguém, nem determinar a favor ou contra de um passa-tempo tão inofensivo como a visualização de séries. Pelo contrário, pensamos que o prazer de mergulhar no mundo ficcional da narrativa multimédia é precisamente a razão pela qual as séries e filmes podem de facto ser usadas como uma ferramenta viável para aprender a língua japonesa, pois sem esse poder de atração não há imersividade, e consequentemente não se atingem os resultados pretendidos.

É com isto em mente que inauguramos neste blog mais uma rubrica, desta vez mensal, pois queremos produzir realmente artigos que ajudem os alunos e os professores, o que exige da nossa parte “fazer o trabalho de casa”. Esta rubrica irá apresentar não só as séries ou filmes que nos pareçam úteis para os alunos de língua japonesa mas o modo concreto como podem aprender algo com cada uma delas. E, escusado será dizer, aceitamos com muito gosto as vossas sugestões ou perguntas, que nos poderão chegar por email: umlongoveraonojapao@gmail.com

 

Novas aulas de japonês avançado

learn japanese image

Os alunos que se encontrem no nível 5 de língua japonesa ou acima disso, considerado um nível avançado, poderão frequentar as nossas sessões práticas a partir de Janeiro.

Estas sessões são orientadas pela nossa professora de língua japonesa (cuja língua nativa é o japonês) e decorrerão às sextas-feiras entre as 21:00h e as 22:30h na nossa sala habitual (ver posts anteriores).

Calendário de aulas:

12, 19 e 26 de Janeiro; 9, 16 e 23 de Fevereiro; 2, 9, 16, 23 e 30 de Março

Sessão avulsa sem pré-inscrição: 15 euros, pagamento no próprio dia exclusivamente em numerário, antes do início da sessão.

Módulo trimestral: 110 euros (equivalente a 10 euros por cada aula).

Condições de inscrição:

> Caso a inscrição seja feita até 22 de Dezembro:

É registada a inscrição mediante a recepção de comprovativo de pagamento do módulo trimestral (110 euros) ou pagamento mínimo de 50% (55 euros), exclusivamente por email. No email deverá indicar o nome do aluno no caso de o comprovativo de pagamento ter sido feito por outra pessoa que não o próprio aluno. Deverá solicitar o NIB para efectuar a transferência bancária por email, usando umlongoveraonojapao@gmail.com.

Caso escolha fazer a liquidação mínima no ato de inscrição, a segunda parcela do pagamento deverá ser feita até ao dia 9 de Fevereiro. Também neste caso se solicita que seja enviado para o email o comprovativo de pagamento. O aluno que não realizar a liquidação até ao dia 9 de Fevereiro terá de suportar as restantes aulas ao valor de sessão avulsa sem pré-inscrição.

Queira por favor ter em consideração que o email através do qual for tratado o assunto da inscrição é o email para o qual vão ser enviados ao aluno os materiais pedagógicos, PDF’s, ficheiros áudio, etc. Após o envio do comprovativo de pagamento receberá a confirmação que se encontra inscrito.

Caso não seja recebido comprovativo de pagamento até 22 de Dezembro, o valor a pagar pelas aulas será o da sessão avulsa (15 euros por aula).

 

 

 

Programa Janeiro-Março 2018

No ano de 2017 mudámos de “casa”, continuámos com alunos fenomenais e colaborações muito enriquecedoras, agora já olhamos para 2018 e para mais um trimestre do nosso programa de Estudos Japoneses. A partir de hoje, 23 de Novembro, abrimos as inscrições para o trimestre Janeiro-Março, no qual são bem vindos novos alunos!

O local de todas as sessões abaixo indicadas é a sala “A”, piso 1, no Instituto Universitário Justiça e Paz, no pólo 1 da Universidade de Coimbra.

Informação de preços e modo de pagamento depois do calendário.

Aviso: sessões práticas de língua japonesa de nível avançado (japonês 5 e acima) não estão incluídas neste calendário, por favor consulte o post de dia 15 de Dezembro para saber mais.

Calendário:

12 de Janeiro (sexta-feira) 18:30h

Conferência Temática

Tsubaki – As Camélias e o seu lugar na relação entre Portugal e o Japão

Convidada: Dra. Eduarda Paz

13 de Janeiro (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

19 de Janeiro (sexta-feira) 18:30h

Workshop

Origami funcional: objectos para usar e embelezar

Convidada: Arq. Ana Maio / Índigo Paper Lab.

20 de Janeiro (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

26 de Janeiro (sexta-feira) a partir das 18h 

Língua Japonesa  (excecionalmente numa sexta-feira)

27 de Janeiro (sábado) 16h

Conferência Temática

O papel japonês: história, propriedades, uso na vida e nas artes

Convidada: Artista Plástica Sra. Mami Higuchi

2 de Fevereiro (sexta-feira) 18:30h

Workshop

Sumi-e

Professora e Artista Plástica Paula Walker / Walker in Art

(NOTA: neste calendário as próximas sessões deste workshop – sempre com temas diferentes dentro do estilo sumi-e – aparecerão doravante designadas apenas como “Sumi-e”)

3 de Fevereiro (sábado) 16h

Clube de Leituras do Oriente*

Livro: Pearl Harbor, Lisboa, Tokyo

Autor: Morishima Morito

Publicação: 2017 Ad Litteram (editor Paulo Ramos), disponível em Portugal

*  A sessão é aberta ao público geral, sendo gratuita para quem queira assistir. Contudo, apenas os alunos inscritos no programa integral receberão os materiais pedagógicos desta sessão. Se deseja comparecer na sessão recomenda-se a leitura do livro antes da mesma. Estas condições são válidas também para a próxima sessão deste Clube.

9 de Fevereiro (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

10 de Fevereiro (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

16 de Fevereiro (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

17 de Fevereiro (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

23 de Fevereiro (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

24 de Fevereiro (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

2 de Março (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

3 de Março (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

 

9 de Março (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

10 de Março (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

16 de Março (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

17 de Março (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

23 de Março (sexta-feira) 18:30h

Sumi-e

24 de Março (sábado) a partir das 15:30h

Língua Japonesa

30 de Março (sexta-feira) 18:30h

Demonstração

Bonsai no Japão e em Portugal

Convidado: Kensho Bonsai Studio

Cancelado. Motivo: número insuficiente de inscrições. 

31 de Março (sábado) 16h

Workshop

Origami Temático (segunda sessão de Origami Funcional)

Convidada: Arq. Ana Maio / Índigo Paper Lab.

Esta sessão é orientada para o público geral. Crianças podem participar desde que acompanhas por um adulto responsável.

Adiado. Nova data: 14 de Abril. Motivo: conveniência para o público e a gestão do espaço. 

 

Condições Gerais de Participação:

Por favor consulte todo o texto para seleccionar o melhor para si. Poderá inscrever-se apenas num módulo (por exemplo no módulo de língua japonesa), ou em mais de um módulo (por exemplo em língua japonesa e em sumi-e). Poderá também inscrever-se no programa integral, o que lhe fica mais em conta.

Tenha em consideração que os preços de inscrição representam despesas que o nosso projecto pedagógico tem de fazer à partida, tais como o aluguer de sala, o pagamento aos convidados, as despesas com a divulgação, etc, pelo que estes valores não poderão ser reembolsados em caso de desistência.

Inscrição em todo o trimestre, incluindo as aulas de língua japonesa, as aulas de pintura sumi-e, a assistência às conferências temáticas e aos workshops aqui discriminados, o Clube de Leituras do Oriente (com livro ou PDF) e o convite para os eventos paralelos, degustações gastronómicas, encontros com alunos japoneses, etc: 250 euros em pré-pagamento integral até 15 de Dezembro; 290 euros em pré-pagamento integral após essa data.

Caso seja um aluno do ensino superior com dificuldades económicas ou um adulto desempregado, por favor contacte-nos por email para podermos ajustar o modelo de pagamento faseado ao seu caso.

As inscrições são registadas após confirmação de pagamento e o mesmo só pode ser feito directamente ou por transferência bancária. Para solicitar o NIB queira por favor enviar email para umlongoveraonojapao@gmail.com com o assunto “inscrição 2018”.

Aulas de Língua Japonesa

Cada aula tem a duração de 90 minutos e um máximo de 8 alunos por turma.

Para frequentar as aulas necessita de fazer um diagnóstico e um plano pedagógico personalizado. Ambos são realizados presencialmente, em data a agendar, de modo gratuito e não vinculativo.

O valor a pagar pela inscrição no módulo de língua japonesa inclui todos os materiais pedagógicos usados em aula e também os materiais suplementares. Valor do módulo: 100 euros, correspondente a 10 aulas. Os alunos que frequentaram o trimestre passado têm um desconto de 10% quando se inscrevem no módulo inteiro até 15 de Dezembro.

Lugares disponíveis: 4 vagas na turma de japonês básico (não é iniciação), 6 vagas na turma de japonês avançado.

Existe a possibilidade de abrir uma turma de iniciação e/ou uma turma de intermédio caso se registe o número mínimo de 3 inscrições para cada nível.

Aulas de Pintura Tradicional Sumi-e

Cada aula tem a duração de 2h. As aulas terão uma organização temática.

O Módulo de sumi-e deste trimestre incluí 8 sessões, tendo um valor de inscrição de 120 euros (corresponde a 15 euros por sessão).

Os alunos que já frequentaram as aulas de sumi-e no trimestre Setembro-Dezembro ou qualquer uma das sessões de Sumi-e anteriormente ministradas pela Professora Paula Walker através do nosso programa pedagógico têm desconto de 10% (total: 108 euros / 8 sessões) quando a inscrição e o pagamento são anteriores a 15 de Dezembro.

A inscrição no módulo de Sumi-e incluí o uso de todos os materiais indispensáveis à prática, deste as tintas ao papel, passando pelos materiais de preparação do espaço de trabalho.

Caso o aluno deseje adquirir o seu pincel pessoal (recomendado pela professora) poderá ser feita a encomenda a um fornecedor da especialidade através da professora e sem custos adicionais (o aluno paga o pincel pelo preço do fornecedor).

Conferências Temáticas

Uma conferência temática é uma apresentação expositiva sem componente prática, com a duração aproximada de 2h.

Para assistir a uma destas conferências solicitamos a contribuição de 2 euros por pessoa, sem obrigatoriedade de reserva de lugar mas dependente da lotação da sala.

Aulas práticas

São aulas práticas as sessões de formação que exigem o uso de materiais ou equipamentos por parte dos alunos (incluídos no valor de inscrição).

São também aulas práticas todo o tipo de Workshops ou Demonstrações. Excluem-se desta categoria as aulas práticas agrupadas sobre uma designação específica (como por exemplo o módulo de sumi-e) para as quais os professores convidados tenham estabelecido outros preços. Têm a duração aproximada de 2h.

Para participar numa destas sessões solicitamos a contribuição de 10 euros por pessoa, havendo a necessidade de reserva de lugar até 3 dias úteis antes da mesma.

 

Esclarecimento:

Estas sessões práticas (workshops ou demonstrações), e também as aulas de língua japonesa e os módulos temáticos como por exemplo o de sumi-e, são organizados e realizados sem fins lucrativos, pelo que este projecto e a sua gestora não lucram rigorosamente nada com o mesmo.

Todo o valor solicitado para inscrição reverte inteiramente para as despesas inerentes à organização, designadamente: aluguer de sala,  impressão de posters, folhetos e outros materiais de divulgação, despesas de campanhas de anúncio no facebook ou noutros media, compra de materiais para usar na sessão, compra de bens para usar no projecto incluindo equipamentos electrónicos e acessórios, compensação para os convidados (pela deslocação e ou outras despesas que nos apresentem), contribuição para a anuidade deste blog (o facto de ter domínio registado acarreta despesas fixas anuais), etc.

Os professores ou convidados que colaboram com este projecto cultural podem solicitar honorários pelo seu trabalho, e sendo da vontade dos alunos ou formandos a obtenção de recibo, deverão solicitá-lo a quem recebe pagamento, ou seja, ao professor/a. Este projecto cultural, não lucrando com as actividades que organiza, não é uma entidade com NIF e não lhe cabe passar recibo porque efectivamente não retêm os valores recebidos pelas inscrições. A missão deste projecto é a criação de condições e iniciativas para que os estudos japoneses possam florescer em Portugal, numa perspectiva de enriquecimento cultural e de partilha pedagógica.

Tem sido apenas possível manter um programa relevante através de muito trabalho, o qual tem sido sempre voluntário, e que abrange domínios tão diversos como gestão de conteúdos multimédia, secretariado, relações públicas, consultoria, curadoria, gestão de projectos, etc. Caso deseje colaborar com este projecto e tornar-se, para além de receptor, também uma parte integrante da produção e da gestão do mesmo, assumindo com rigor e dedicação tanto a responsabilidade como a recompensa ética de um trabalho bem feito, queira por favor contactar por email. Está sempre a porta aberta a quem queira ajudar!

 

Aviso

A sessão de acolhimento para interessados nos nossos cursos e workshops, agendada para o dia 25 de Agosto, e que teria como programa de actividades o esclarecimento de dúvidas em relação às formações e o diagnóstico gratuito do nível de língua japonesa, sessão essa de entrada livre mas sujeita a pré-inscrição, encontra-se para todos os efeitos cancelada. Esta sessão não se irá realizar por não se ter atingido até hoje (23 de Agosto) o número mínimo de inscrições (3 pessoas). Esta sessão não voltará a ser agendada.

Toda a nossa oferta formativa de Estudos Japoneses em Coimbra está confirmada e irá realizar-se de acordo com o calendário previsto, a partir de 8 de Setembro. Para mais informações por favor consultar o arquivo deste blog ou contactar por email.

Origens do Hiragana

O método “O Caminho do Kanji”, que é original e exclusivo deste programa pedagógico, introduz os seus alunos à língua japonesa através de conhecimentos profundos e contextualizados na história do Oriente, privilegiando portanto uma imersão completa na cultura do Japão.

Poderá ter um vislumbre do bloco temático “Origens do Hiragana” neste vídeo introdutório. Esperamos contar com a sua presença nos nossos cursos e workshops!

Próximo workshop: 27 de Agosto, das 16h às 17.30h, em Lisboa

A partir de Setembro, aulas regulares em Coimbra.

Para solicitar a implementação deste programa noutras partes do país por favor contacte por email. Estamos disponíveis para colaborar com Escolas de Línguas, Câmaras Municipais, Centros de Cultura e Arte, e outras instituições ligadas ao ensino e à cidadania.

Afinal, quais são os desafios da língua japonesa…e como ultrapassá-los?

Na próxima sexta feira recebemos em Coimbra a Professora Tomoko Yaginuma, docente de Língua Japonesa da Universidade do Minho, para uma conferência aberta a todos.

Tomoko Yaginuma, investigadora japonesa de Ciências Sociais e docente de Língua Japonesa presentemente convidada pela Universidade do Minho, apresenta a palestra “Aprender língua japonesa: os desafios e como ultrapassá-los”/ “Challenges of learning the japanese language and how to overcame them”. Esta conferência é especialmente adequada a todos os estudantes de língua japonesa ou a quem considera a hipótese de vir a aprender língua japonesa, independentemente da idade ou motivação.

Línguas de trabalho: japonês, inglês e português.

Inscrições através de umlongoveraonojapao@gmail.com

Alunos do Curso “Japão Língua e Cultura” e membros do Projecto Cultural e Pedagógico “Um longo Verão no Japão”- Entrada Livre
Público Geral – 10 euros (no acto de inscrição)
Lotação: 15 pessoas.