Oportunidade Primavera 2020

Para quem sonha viajar ao Japão e ver o despontar das flores de Primavera, temos uma boa notícia!

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Para grupos organizados autonomamente (que nos contactem enquanto grupo/escola/família/associação/amigos/etc) poderemos oferecer de modo totalmente gratuito um serviço de consultoria para a criação de itinerário de viagem, na condição de nos apresentarem comprovativo de aquisição de voo abaixo indicado (ou com três dias de flexibilidade para cada data) e se aceitarem os termos de realização das experiências de turismo imersivo e demais parcerias que temos no Japão através dos nossos serviços de consultoria.

O orçamento para a realização da totalidade da experiência, incluindo portanto o alojamento, o transporte, as visitas e o acompanhamento permanente, bem como o acesso às experiências exclusivas deste projecto cultural e pedagógico, está disponível a partir de mil euros por pessoa (excepto se forem solicitadas condições especiais de alojamento, ou outras).

Como podem confirmar pela consulta das tarifas de voo internacional entre Portugal e o Japão, a estimativa de despesa para a totalidade da viagem resume-se a pouco mais de 1500 euros por pessoa, numa viagem de 15 dias!

Estas condições só estão disponíveis até 30 de Outubro de 2019. *

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* Este Projecto Cultural e Pedagógico e a sua autora não vendem viagens nem serviços de turismo, não retêm comissão nem têm retorno dos serviços ou bens sugeridos aquando do atendimento em consultoria. Para mais informações acerca da natureza dos programas culturais e pedagógicos que desenvolvemos no Japão e em Portugal, por favor contacte umlongoveraonojapao@gmail.com.

 

Cuidar do Planeta

Neste blog pode encontrar muitas informações úteis sobre o cultura japonesa, sobre a relação entre Portugal e o Japão, e sobre como planear visitar o Japão e desfrutar do seu tempo por lá. Mas uma coisa que ainda não tinha era uma janela sobre as preocupações mais ecológicas que a prática de viagens internacionais implica. Com efeito, desde que em 2013 começámos a actividade de consultoria para viagens e aumentando também cada vez mais a quantidade de viagens que fazemos entre o Japão e Portugal, tornou-se óbvio que era necessário ter em conta a quantidade de CO2 que essas viagens de avião estavam a produzir.

Este é o único planeta que temos, e já ninguém pode ficar indiferente ou evocar desconhecimento sobre a emergência da situação climática. Por isso vamos fazer aqui uma sugestão: compensar os danos causados pelas viagens de avião através de programas de preservação da floresta.

Todas as iniciativas para combater o aquecimento global e a poluição nas suas várias formas são boas, mas a nossa pesquisa mostrou-nos que um dos métodos mais eficientes é a preservação de florestas adultas, criando reservas naturais da biodiversidade, as quais vão capturar o CO2 e produzir muitos outros efeitos benéficos para o clima e para a vida social das populações que delas usufruem.

No vídeo que se segue podem ver a conversa que tivemos com o Manuel Malva sobre este e outros assuntos, num dia em que fomos visitar aquela que será a primeira Reserva da MilVoz – Associação de Protecção e Conservação da Natureza.

          ———————>            CLIQUE AQUI para ver o vídeo

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Depois desta conversa no parque de merendas junto à Capela da N. Sra da Alegria, perto de Almalaguês (que é o ponto de acesso ao terreno da Reserva), prosseguimos para a visita guiada propriamente dita.

______—————–>  CLIQUE AQUI para ver o segundo vídeo

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Ficaram interessados? Esperamos que sim! A MilVoz precisa de adquirir este e outros terrenos para sua preservação, manutenção e preparação para um projecto educativo. Aqui poderá nascer o espaço de educação ambiental para as próximas gerações!

Se puderem ajudar, mesmo que não seja com donativos, entrem em contacto com a Associação através do email milvoznatureza@gmail.com.

Podem seguir a página de facebook da MilVoz AQUI.

 

Está quase aí a época para subir ao Monte Fuji!

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A época para subir até ao topo do Monte Fuji inicia-se no próximo dia 1 de Julho (trilho Yoshida), e ao longo dos primeiros 10 dias de Julho todos os trilhos oficiais vão ficar abertos. A partir daí, e até Setembro, poderá subir a esta emblemática montanha e desfrutar de uma das vistas mais famosas do Japão. Contudo, e porque esta é uma empreitada que exige alguma preparação, criámos um vídeo no nosso canal de Youtube para dar mais informações.

Clique aqui para ser redireccionado para o nosso canal de Youtube.

(O vídeo será publicado a 28 de Junho de 2019, às 15:00h)

Recomendamos aos nossos leitores que vejam o vídeo e que consultem os documentos que abaixo apresentamos. Desejamos a todos um Verão maravilhoso, com ou sem subida ao Fuji-san.

Website Oficial do Parque Natural e Gestão de Trilhos do Monte Fuji:

http://www.fujisan-climb.jp/en/  (em inglês)

Tal como se pode consultar neste website, e em particular nesta secção http://www.fujisan-climb.jp/en/risk/guidelines.html, deverão submeter um pedido através do preenchimento de um formulário (disponível em inglês). Esse formulário designa-se “off season” porque no preciso momento em que este artigo está a ser escrito ainda não abriu a época oficial (ainda não é 1 de Julho) e por isso os pedidos teriam de entrar na categoria “off season”. Contudo, mesmo na época “aberta”, é preciso submeter um formulário, ou então contratar um operador turístico ou um guia para o fazer em nome de um grupo.

Formulário em PDF: off_season_climbing_form_Fuji

Siga o link abaixo para abrir o mapa integral de todos os trilhos de acesso ao topo do Monte Fuji:

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Se gostaria de ter uma boa vista do Monte Fuji mas não exactamente subir ao topo, recomendamos uma visita a Gotemba ou um passeio no lago Ashi (em Motohakone). Pode também consultar este guia de visita:

Artigo no website Japan Travel sobre Mishima e o Monte Fuji

 

Mais uma experiência exclusiva!

Desde que procurámos desenvolver o nosso programa de turismo imersivo, enquadrado num contexto de estudos japoneses mas aberto ao público geral, tem sido uma sucessão de momentos felizes. Felizmente, temos tido uma resposta muito positiva por parte das entidades japonesas, desde associações culturais a pequenas empresas de revitalização rural, passando por profissionais dos mais diversos sectores, da culinária à produção artística!

De modo muito sucinto, o que as nossas propostas de turismo imersivo procuram alcançar é levar o viajante que quer um mergulho cultural autêntico a encontrar aqueles que, no Japão, o podem proporcionar.

Mas temos ainda outros dois objectivos essenciais, que nunca podem ficar comprometidos: queremos que as experiências sejam acessíveis às condições médias do publico português (o que passa por exemplo por preços baixos ou mesmo sem custos), e queremos que a sua realização seja feita sem intermediários comerciais, de modo que o eventual investimento reverta directamente para aqueles que estão a precisar dele.

O turismo imersivo que desenvolvemos no Japão é tão diferente de “turismo” que quase nem se pode chamar assim! Na verdade o que temos em mente é contribuir para que as zonas do Japão tendencialmente menos desenvolvidas (com um contexto de depressão económica e populacional por exemplo) mas ao mesmo tempo culturalmente mais ricas possam ser visitadas e desfrutadas por aqueles que, de outro modo, nem saberiam o que procurar ou como lá ir ter.

Todas as parcerias são fruto de uma relação pessoal, de uma experiência prática, de uma amizade que tem em vista aumentar a energia da cada uma das partes, com reciprocidade e respeito. Não estamos a fazer contas nem tabelas de excel, quando há despesas que é necessário pagar apresentamos claramente a situação aos visitantes, mas não havendo o objectivo fixado do lucro nem a exploração de empresas de turismo massificado deixamos de lado a mentalidade consumista. Não consumimos, partilhamos. Não vendemos, mostramos. E, juntos, ficamos a conhecer-nos melhor e a estimar convenientemente a preciosidade do momento em que nos encontramos. É uma grande sorte poder contar com cada um dos que se “chegam à frente”, tanto do lado do Japão como do lado de Portugal!

O leque de experiências de turismo imersivo das quais já dispomos incluí as tradições mais significativas do Japão, como por exemplo a Cerimónia do Chá, a estadia em Ryokan com termas “onsen”, ou a gastronomia única dos templos budistas; e incluí também propostas totalmente inovadoras – mesmo no panorama turístico “convencional” japonês – como por exemplo o “glamping” em reservas naturais ou as rotas temáticas dentro do universo da espiritualidade e religião.

Mas, a partir do Verão de 2019, dispomos de mais uma experiência!

É com grande satisfação que anunciamos uma parceria que procurávamos há muito tempo: um espaço para realizar retiro de meditação, devidamente orientado, enquadrado tanto culturalmente como naturalmente.

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Este complexo, com templo, casas de retiro, aulas, workshops e alimentação, permite o acesso a não-japoneses, incluí orientação em inglês (e pode incluir também em português), sem comprometer a qualidade do conteúdo. Recebe tanto visitantes individuais como grupos, mediante pedido prévio (e reserva-se ao direito de não aceitar todos, pois afinal é um templo), para estadias mínimas de 3 dias consecutivos.

A localização, na Prefeitura de Oita, permite-nos articular com outras experiências de turismo imersivo que já temos vindo a implementar na região e na ilha de Kyushu, sendo assim uma mais valia para os viajantes que nos procuram para que os possamos ajudar a criar um programa à sua medida.

Por fim, mas como acima dissemos, não menos importante, é a razoabilidade de custos dos retiros que se podem fazer neste local. Com efeito, devido a uma abordagem com a qual também nos identificamos, o custo de participação não é fixo e o objectivo fundamental não é o enriquecimento, mas sim a contribuição significativa para os projectos de beneficência à população local que este templo suporta.  Existe o apelo ao donativo mínimo, até porque este é necessário para suportar os custos de limpeza, elaboração de refeições, e outros gastos, mas no final a totalidade da experiência recomendada (4 dias e 4 noites, em regime de pensão completa e retiro orientado) fica a menos de metade de experiências equivalentes que se realizam noutras partes do Japão mais afectadas pelo crescimento do turismo de massas.

As fotos acima, retiradas directamente desta nova experiência de turismo imersivo, agora disponível para os viajantes de Portugal, podem ser apenas imagens, meras cores na ilusão da visão, mas esperemos que o cativem para as possibilidades infinitas da sua recriação e do seu recomeço, quer tenha a possibilidade de nos acompanhar na próxima viagem ao Japão ou na sua vida diária, onde quer que se encontre.

Vamos ao Japão em Agosto deste ano, com partida de Portugal já confirmada dia 20 de Agosto, e regresso a 3 de Setembro. Caso queira saber mais sobre esta viagem por favor contacte umlongoveraonojapao@gmail.com

Uma experiência diferente…

Desde 2013 que ajudamos portugueses a conhecer o Japão e japoneses a conhecer Portugal, mas este ano realizámos pela primeira vez uma viagem em parceria com duas agências portuguesas: a Landescape e a WeGoAdventures.

Em resultado dessa parceria, proporcionámos a um grupo de viajantes portugueses uma série de experiências de turismo imersivo, ao longo de duas semanas.

Aqui ficam alguns dos registos fotográficos.

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Os rostos e os rastos que (n)os ligam

A grande-história e a pequena-história têm formas muito interessante de se relacionarem, e muitas vezes é um singelo “fio” que puxa pela meada, até percebermos quantas pessoas e lugares diferentes estão envolvidos. Este será por isso um post invulgarmente longo, e também invulgarmente pessoal, feito de gratidão e de maravilhamento. Pois, também na produção da ciência (conhecimento) há a felicidade, de vez em quando, de sentir em primeira mão essa conexão entre as vontades de pessoas espantosas.

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Num dos nossos Clubes de Leituras do Oriente (o de Novembro de 2017, que podem revisitar aqui) tratámos o livro “O Samurai”, de Shusaku Endo. A obra foi escolhida depois de, numa edição anterior do Clube, termos trabalhado o livro “Silêncio”, que foi escrito antes de “O Samurai” e que, apesar de ficar famoso em Portugal depois do filme, continua pouco compreendido no geral. No livro “O Samurai”, a personagem principal é modelada a partir dos eventos da vida de uma personagem histórica real: Hasekura Tsunenaga. Este vassalo do Senhor Feudal Date Masamune (o daimyou de Sendai) e toda a sua comitiva estiveram efectivamente envolvidos numa daquelas viagens épicas da história da humanidade. E, ao prepararmos os conteúdos para essa sessão, um outro livro e um outro conjunto de pessoas veio ao encontro deste Projecto Cultural e Pedagógico também. O que é espantoso, e ainda mais por ser autêntico e actual, é que esse conjunto de pessoas são indivíduos de hoje, numa terra a umas meras 5 horas de carro, e que são directa e geneticamente relacionados com os eventos que inspiraram Sgusaku Endo a escrever “O Samurai”. Aliás, se o escritor tivesse tido disto conhecimento creio que teria escrito mais um livro…

Quando a “Embaixada Keichou” finalmente chegou a terras de Espanha (para se informar da viagem completa consulte aqui) , em Outubro de 1614, foi numa pequena povoação chamada Coria del Rio que estacionaram durante alguns dias, antes de uma entrada formal na cidade de Sevilha. E é precisamente em Coria del Rio que, nos anos 80 do século XX, começa a tomar forma um movimento de associativismo cívico – primeiro muito informal e depois com cada vez mais apoios do município, entre todos os habitantes que têm no seu nome de família o apelido “Japón”. Sim, com efeito a pequena localidade que dava entrada aos meandros do rio (via obrigatória para chegar a Sevilha), desenvolveu-se durante 400 anos sem perder a ligação àquela comitiva: os seus descendentes sempre mantiveram o sobrenome “Japón”.

A Associação que entretanto de formou estima que existam mais de 1000 pessoas com “Japón” até ao 3º nível de parentesco, e existem registadas mais de 500 com “Japón” em nome próprio ou num dos pais. A abundância de pessoas que têm “Japón” da parte do pai e também da parte da mãe comprova ainda mais o facto de, em Coria del Rio, existir uma circunstância peculiar de ascendência japonesa que se foi mantendo. Do ponto de vista da identidade cultural dos habitantes de Coria del Rio isso também é notório, desde já porque a sede de governo local tem a bandeira do Japão hasteada, e também porque há muitos outros marcadores do espaço público e eventos culturais que remetem para o Japão. Mas tudo isto foi um processo, longo aliás, já que dura há pelo menos 30 anos de forma organizada. E, mais recentemente, em 2014, foi realizado um projecto artístico, focado na fotografia/retrato, para documentar todas as pessoas com o apelido “Japón”.

Essa exposição fotográfica poderia ter ficado apenas em Coria del Rio, ou quanto muito ter chegado em forma de relato ao Japão, já que há muitos japoneses que visitam a localidade espanhola devido a esta história que os liga. Mas, também neste caso, a sinergia não cessou. A energia desta viagem épica do século XVII ainda se sente no modo como os encontros se multiplicam e as iniciativas se sucedem.

Na bela cidade alentejana de Vila Viçosa pode também sentir-se o impacto da passagem de uma embaixada japonesa daquele período histórico, que aliás precedeu a de Kenchou a Espanha. No caso da Embaixada Tenshou – a que passou por Portugal – as circunstâncias foram muito diferentes, e não houve lugar a descendência que se saiba. Contudo, tal como no caso de Coria del Rio, estas embaixadas tiveram um grande impacto e deixaram vestígios documentais que, já no século XX/XXI, vieram a ser “redescobertos” por intelectuais interessados e de visão larga. Assim, os livros produzidos, habilmente redigidos e divulgados junto da população em geral, permitem aos leitores de hoje, e sobretudo aos habitantes destas localidades, ter uma impressão directa do papel que o lugar onde vivem representou na chamada “Primeira Globalização”.

A exposição de fotografias de Coria del Rio chegou ontem a Vila Viçosa, e foi inaugurada com um evento muitíssimo bem organizado e extraordinariamente relevante nas relações entre a Península Ibérica e o Japão. A pequena sala de rés-do-chão do Cine-Teatro Florbela Espanca em Vila Viçosa foi efectivamente o lugar onde se realizou o evento cultural, pedagógico e académico mais significativo do último ano no que diz respeito às relações de diplomacia informal ibero-nipónicas, embora a humildade dos seus protagonistas e a singeleza dos seus organizadores tenham possivelmente distraído o público desse facto.

 

A Exposição “El r@stro del samurái” poderá visitar-se todos os dias da semana e do fim-de-semana, das 14h às 18h, gratuitamente. O catálogo da exposição está também disponível para venda, tendo o PVP de 15 euros, e os fundos revertem para a Associação de habitantes de Coria del Rio com o sobrenome Japón, sendo esses fundos actualmente usados para financiar investigação e promover eventos de interculturalidade.

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Tiago Salgueiro, autor do livro “Do Japão para o Alentejo”, sobre a passagem da Embaixada Tenshou por Vila Viçosa, aqui a apresentar a documentação do arquivo da Fundação Casa de Bragança.

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Professor Doutor Juan Manuel Suárez Japón, membro de grande relevo na Associação Hasekura, aqui a apresentar as circunstâncias únicas de Coria del Rio no que diz respeito à sua relação com o Japão e os japoneses. Com efeito, devido às publicações desta Associação, as quais têm sido feitas em modo bilingue (também japonês), verificou-se um aumento do fluxo de visitantes japoneses, algo que estreitou significativamente as relações internacionais da localidade e trouxe grande satisfação aos “japónes” de Coria.

Convidamos todos os seguidores deste blog a conhecer esta exposição e também a realizar a visita ao Paço Ducal de Vila Viçosa, seguindo os passos da embaixada japonesa que o visitou há quase meio milénio. O estabelecimento de uma geminação entre o município de Coria del Rio e o de Vila Viçosa fazem prever um futuro brilhante para a cooperação entre estas duas localidades no que diz respeito à gestão do património cultural relacionado com o Japão – que é o factor que mais as aproxima – pelo que as relações ibero-nipónicas podem ter aqui um novo fôlego. Nós esperamos que sim, e teremos muito gosto em documentar as próximas iniciativas!

(Para efeitos jornalísticos, se desejar aceder a mais fotos e vídeos deste evento, queira por favor contactar umlongoveraonojapao@gmail.com)

 

 

Plano de Viagem para Agosto

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Costuma dizer-se “a pedido de várias famílias” não é verdade? Pois bem, durante o ano de 2018 procurámos ajudar quem quer viajar ao Japão, fazendo conferências públicas de acesso livre, directos na nossa página de facebook e escrevendo muitos artigos e dicas no nosso parceiro, o site Japantravel. Mas as mensagens que nos chegavam continuavam a apontar para uma necessidade: um plano low cost, sem comprometer a autenticidade da experiência e o acompanhamento de um guia.

Por isso, para responder ao tal pedido, criámos um plano que respeita os 3 critérios mais solicitados: ser nas férias de Verão, ter um orçamento abaixo dos 2000 euros, e caber todinho em duas semanas.

O documento que apresenta o Plano de Viagem, com e sem extensão, está disponível aqui: Plano de Viagem low cost Japão para Agosto-Setembro de 2019 _ condicoes e itinerario_actualizado a 20 de abril de 2019

Responderemos a todos os pedidos de esclarecimento que nos chegarem por email: umlongoveraonojapao@gmail.com, mas apenas por essa via.

Esta é a minha prenda para todos os que nos seguem, visitam este blog, subscrevem o canal youtube e acompanham a página no Facebook. Espero que tirem o melhor partido desta prenda e que seja desta que se cumpre o mote original (criado nos idos de 2013…): “Conheça o Projecto, Faça a Viagem!”

~ Inês Matos ~