Jikiden Reiki

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No dia 7 de Abril, às 17h, recebemos a Sra. Filomena Gomes, membro da Associação Internacional de Jikiden Reiki. Esta sessão será uma conferência informal, onde o público é convidado a esclarecer as suas dúvidas sobre Jikiden Reiki e o seu papel na cultura japonesa.

Para participar nesta sessão solicitamos a sua colaboração através do donativo de 2 euros por pessoa, de modo a podermos compensar a deslocação da nossa convidada.

A sessão irá realizar-se na nossa sala habitual, no 1º andar do Instituto Universitário Justiça e Paz, no pólo 1 da Universidade de Coimbra. Não necessita de fazer pré-inscrição.

Clube de Leituras do Oriente em Lisboa

Depois da última sessão especial do Clube de Leituras do Oriente em Lisboa, que tratou dois livros de Shusaku Endo, preparamos agora uma outra sessão especial deste Clube em Lisboa, a qual decorrerá no dia 10 de Março, entre as 16h e as 18h.

Nesta sessão, dedicada ao livro “Pearl Harbor, Lisboa, Tóquio” de Morishima Morito, contamos com a presença de dois ilustres convidados: a tradutora Yuko Kase e o editor Paulo Ramos, principais responsáveis pela publicação desta notável obra em língua portuguesa.

Apesar de o Clube de Leituras do Oriente ser um evento gratuito quando decorre na sala que regularmente usamos (em Coimbra), neste caso necessitamos de pedir a contribuição de cinco euros por pessoa para cobrir as despesas de deslocação e de organização da sessão. Agradecemos a sua compreensão e colaboração.

Para assegurar o seu lugar poderá pedir inscrição antecipadamente por email: umlongoveraonojapao@gmail.com

A editora Ad Litteram disponibilizará livros para venda neste evento pelo que, se desejar fazer a inscrição já com o livro incluído, o valor será quinze euros (sendo o PVP do livro dez euros). Se desejar fazer o levantamento do livro no próprio dia mas ter a certeza que já se encontra reservado recomendamos que o solicite ao escrever-nos email.

Naturalmente, quem já tem/leu o livro poderá levar o seu exemplar para acompanhar as leituras.

Esta sessão irá ter lugar, excepcionalmente, no Canto das Letras, junto ao Departamento de Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Por ser a um sábado à tarde e a instituição poder encontrar-se fechada, recomenda-se que a entrada seja feita como se mostra na figura.

FLL

(38°45’15.7″N  9°09’31.7″W)

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Alameda da Universidade, 1600-214 Lisboa

Transportes: Metro – estação da Cidade Universitária; Carris – 731, 735, 738, 755, 768

Cartaz oficial do evento:

Morishima morito - livro - clube de leituras - Lisboa - 2018 - CARTAZ

 

Origami Primavera Japonesa

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Dia 14 de Abril (sábado), das 16h às 19h.

Sala do programa de estudos japoneses, no 1º andar do Instituto Universitário Justiça e Paz, no pólo 1 da Universidade de Coimbra.

Segundo workshop de origami funcional, ministrado por Ana Maio/ Indigo Paper Lab, para o programa de estudos japoneses “Um longo Verão no Japão”.

Esta formação em origami será sobretudo prática, visto que a sessão anterior já foi de formação elementar e apresentação dos materiais pedagógicos. Contudo, aceitamos inscrições também de quem não esteve presente na sessão anterior.

Para reservar o seu lugar por favor contacte por email:
umlongoveraonojapao@gmail.com

Evento adequado para toda a família, tendo em conta que as crianças deverão estar acompanhadas de um adulto por elas responsável e igualmente inscrito.

Solicita-se a contribuição de 10 euros por pessoa (8 euros para menores de idade) para a despesa da nossa convidada e os materiais a usar no workshop.

Neste workshop os alunos vão ser iniciados à arte de “hana tsutsumi”, literalmente “embrulhar flores”. Esta arte liga o origami ao ikebana (arranjo floral), já que o tema da sessão é a “primavera japonesa”.

Com efeito, é numa fonte documental sobre ikebana que se encontra uma das mais antigas descrições de hana tsutsumi. O livro Sendensho, publicado em 1445, explica como fazer embrulhos requintados de papel, de modo a entregar a oferta de flores de uma maneira que agrada à vista e lhes realça o significado.

Logo desde o início do período Muromachi (século XIV) começaram a criar-se formas específicas de dobrar papel para embrulhar flores, algumas delas fazendo alusão a borboletas ou até a outras flores, emulando os embrulhos cerimoniais de papel que eram usados nos rituais xintoístas. Portanto, a arte de “hana tsutsumi” é uma prática muito nobre no universo das expressões estéticas nipónicas e, tal como outras práticas, é uma via de contemplação da natureza e de auto-aperfeiçoamento através da criação de algo belo.

Esperamos que possa juntar-se a nós neste encontro dedicado à primavera!

Aprender japonês com séries – 1

しろくまカフェ

Shirokuma Café, isto é, O Café do Urso Polar, foi originalmente criado por Aloha Higa como manga e depois adaptado a anime em 2012. Aqui iremos tratar da sua verão como série, neste caso série de animação, já que esta rubrica se dedica a conteúdos audiovisuais. Para darem uma vista de olhos ao manga, e terem uma ajuda a ler o primeiro capítulo, consultem este vídeo da Misa-san.

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A série parte do princípio que os animais (ou pelo menos alguns deles) vivem naturalmente entre os humanos, com um modo de falar, comportar-se e viver que é em tudo igual ao dos humanos. Sendo assim, há um certo urso polar que gere um café, localizado numa simpática casinha de madeira no meio de um jardim. O urso polar é uma personagem muito curiosa, e é precisamente a sua personalidade única e sentido de humor surpreendente que dão encanto a esta série. O urso polar simplesmente adora jogos de palavras, e gozar um pouco com os amigos ao mesmo tempo que mantem uma expressão composta e uma sobriedade genial. Outra personagem central é o pequeno urso panda, um adolescente imaturo que é obrigado a procurar um part-time pela própria mãe, que estava farta de o ver desperdiçar tempo em casa. O panda é um tanto egocêntrico e insensível, mas de algum modo nunca chega a ser detestável porque realmente é adorável na sua imaturidade. Junto com o pinguin (que tem um drama pessoal de natureza amorosa) e outros frequentadores habituais do café, a série vai mostrando o dia-a-dia deste grupo de personagens, ao qual não faltam também os amigos humanos.

Para além de ser uma série de grande qualidade gráfica, com peripécias que nunca deixam definhar o enamoramento inicial e personagens muito consistentes e em constante desenvolvimento, o maior ponto a favor do Shirokuma Café para os estudantes de língua japonesa é precisamente o facto de esta série ter sempre, em cada episódio, momentos divertidos ligados aos jogos de palavras, aos equívocos com a língua ou aos múltiplos significados das expressões japonesas. Para fãs de trocadilhos, ou para quem quer perceber os encantos sádicos do japonês, esta é a série perfeita.

Exemplo dos jogos de palavras típicos desta série – vídeo

Dependendo do nível no qual se encontra o aluno, esta série pode ser vista com legendas (existe disponível com legendas em inglês) ou sem legendas, já que os diálogos são acessíveis a um estudante em nível intermédio/avançado. Contudo, nos momentos dos trocadilhos será melhor fazer pausas e anotar os exemplos dados, para que depois se possa ir criando um caderno de estudo. Deverá notar-se também o estilo de uso da língua em personagens distintas, que têm diferentes idades e posições na sociedade. Por exemplo, o aluno poderá anotar expressões do urso panda e expressões do urso polar (fora dos momentos de humor) e “dissecar” as diferenças. Ao aparecer um outro urso – o urso pardo – existe ainda mais um exemplo contrastante. Neste caso o uso da língua japonesa pelo urso pardo é marcado pelo seu estilo de vida e incluí até alguns regionalismos.

Exemplo dos diferentes usos da língua japonesa entre os três ursos – vídeo

A série Shirokuma Café já tem uns aninhos mas nunca se desatualiza porque os temas são interessantes e intemporais: relacionamento entre indivíduos (sejam pessoas ou animais), relação entre trabalho e lazer, desafios pessoais tais como ter aulas de condução ou aventurar-se a fazer uma viagem, etc. Ao contrário de muitas outras séries de animação, as quais usam demasiadas expressões que rapidamente ficam “datadas”, quem aprende japonês com o Café do Urso Polar não corre esse risco. Quando há formas específicas de falar estas dependem mais da personagem em questão do que da data (se é a senhora doméstica de meia-idade/mãe do urso panda ou se é um rebelde roqueiro que se aventura pelo mundo de moto/urso pardo) e esse é precisamente um ponto a favor da série, já que apresenta de modo muito natural como a língua japonesa tem variações específicas para determinados grupos/indivíduos conforme o seu papel na família e na sociedade em geral. Mais uma vez, para que seja uma experiência pedagógica, o aluno deverá tirar anotações, pausando o episódio sempre que necessário, e confrontar as suas dúvidas com os seus manuais e dicionários, ou melhor ainda, com o seu professor/a de língua japonesa.

É possível aprender japonês com séries?

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Na aprendizagem de uma língua estrangeira é muito importante procurar acima de tudo a “imersão”. A “imersão” é o processo deliberado de procurar recriar a experiência que uma criança pequena tem ao aprender a sua língua nativa, e apesar de não ser 100% garantido para a aquisição de uma língua estrangeira em idades mais tardias, não deixa de ser o método mais próximo daquele a que o nosso cérebro está habituado, com evidentes sucessos em várias pedagogias. Contudo, criar experiências imersivas para a aprendizagem de uma língua é bastante mais difícil do que parece à primeira vista, algo que todos os professores reconhecem, já que a maior parte deles se esforça bastante para que isso seja possível.

Uma das estratégias para a aquisição da língua japonesa é a audição de diálogos e interações entre falantes nativos ou entre um falante nativo e um estrangeiro, sobretudo em contextos quotidianos e enquadrados por alguma espécie de estrutura unificadora. Por exemplo, vários programas seguem uma personagem fictícia que se encontra subitamente no Japão e com poucos conhecimentos prévios de japonês, pelo que vai aprendendo a língua em contexto de escola ou trabalho, numa saída com amigos, numa reunião de escritório, etc. Os exercícios que o aluno deve realizar passam por ouvir atentamente os diálogos, repeti-los e eventualmente responder a questões sobre o assunto em questão. Apesar de estes exercícios serem muito importantes, e por isso mesmo incluem-se sempre alguns deste género nos manuais oficiais de língua japonesa, os estudantes tendem a estranhar-lhes a superficialidade, a cadência pouco natural da fala destes atores-de-voz bem treinados, as próprias circunstâncias e conteúdo das conversas, e – não raramente – consideram estes exercícios totalmente inúteis quando chegam ao Japão para estudar ou trabalhar e têm de se integrar em contextos com falantes nativos de japonês.

Existe ainda uma outra razão para que estes exercícios possam não ter o efeito desejado nos alunos (ou seja, o efeito previsto por quem criou os manuais), a qual se prende mais com o quão ativo é o papel do aluno na construção da sua aprendizagem. Os manuais japoneses, quando realizados no Japão e por equipas editoriais japonesas, tendem a “esquecer-se” que os alunos não asiáticos de japonês (e sobretudo os europeus) têm implementado nas suas escolas pedagogias diametralmente opostas, e que por isso os alunos (e mesmo os adultos que já não são estudantes) se relacionam com as matérias a aprender de modo completamente diferente. No Japão o ciclo de ensino obrigatório não se foca na construção ativa do saber, na formação de um pensamento crítico e/ou subjetivo, nem na argumentação. Em vez disso os alunos japoneses realizam sucessivos exercícios de repetição, chegando ao extremo de terem vários anos de língua inglesa no currículo e conseguirem responder plenamente a questões de gramática mas sem a mínima capacidade de encetar uma conversação simples ou entender o discurso de um falante nativo de inglês. Por outro lado, o aluno – digamos – europeu, valoriza o engajamento com o exercício, a capacidade de compreender no imediato que está a criar novas competências e a possibilidade de verificar logo como essas competências o levam a compreender melhor uma realidade mais vasta, realista, e dentro da qual se pode imaginar a ele mesmo.

Por tudo isto, têm aparecido nos últimos anos vários artigos em sites e blogs (com níveis de profundidade variáveis…) sobre de que modo é que conteúdos multimédia tais como séries, filmes, e até músicas podem contribuir para a criação dessa ambicionada proficiência em língua japonesa. A esmagadora maioria dos referidos artigos resume-se a listas de séries ou filmes, com um comentário muito breve do assunto que a mesma trata, e destinam-se ao público que já gosta de ver esses conteúdos (quer esteja a aprender japonês ou não) e que pretende – ainda que inconscientemente – que o tempo de despende a vê-los não lhe pareça desperdiçado. Ou seja, está implícito que a audiência tem um certo sentimento de culpa, eventualmente uma leve noção de que incorre no pecado de procrastinação, e naturalmente quem escreve os conteúdos desses artigos explora essas motivações para “cozinhar” uma listinha apetecível de recomendações, as quais são elencadas mais pela sua relação com os patrocinadores do referido artigo do que em consequência de uma visualização criteriosa das mesmas. Entenda-se que não se pretende aqui julgar as motivações de ninguém, nem determinar a favor ou contra de um passa-tempo tão inofensivo como a visualização de séries. Pelo contrário, pensamos que o prazer de mergulhar no mundo ficcional da narrativa multimédia é precisamente a razão pela qual as séries e filmes podem de facto ser usadas como uma ferramenta viável para aprender a língua japonesa, pois sem esse poder de atração não há imersividade, e consequentemente não se atingem os resultados pretendidos.

É com isto em mente que inauguramos neste blog mais uma rubrica, desta vez mensal, pois queremos produzir realmente artigos que ajudem os alunos e os professores, o que exige da nossa parte “fazer o trabalho de casa”. Esta rubrica irá apresentar não só as séries ou filmes que nos pareçam úteis para os alunos de língua japonesa mas o modo concreto como podem aprender algo com cada uma delas. E, escusado será dizer, aceitamos com muito gosto as vossas sugestões ou perguntas, que nos poderão chegar por email: umlongoveraonojapao@gmail.com

 

Registos de vídeo do Clube de Leituras

No passado dia 20, decorreu em Lisboa uma sessão especial do nosso Clube de Leituras do Oriente. Esta sessão era especial por dois motivos: por ser em Lisboa e por ser dupla. Os dois livros que tratámos foram “O Samurai” e “Silêncio”, ambos do escritor japonês Shusaku Endo. A apresentação do livro “Silêncio” ficou a cargo de Pedro Teixeira da Mota, que foi também o nosso anfitrião, já que amavelmente cedeu o espaço da Biblioteca de Estudos Espirituais e Orientais para esta reunião literária.

Ora o Pedro teve ainda a gentileza que filmar algumas partes desta sessão e de disponibilizar essas filmagens no seu canal de youtube, as quais podem ver também a partir dos links que se seguem:

 

 

Novos workshops de Sumi-e!

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As nossas sessões práticas de Sumi-e são coordenado por Paula Walker, artista plástica e professora de artes que tem desenvolvido nos últimos anos o seu caminho pelo sumi-e e amavelmente vem partilhá-lo connosco.

Retomamos as nossas sessões em Fevereiro de 2018,
inscreva-se através de

umlongoveraonojapao@gmail.com

De 2 de Fevereiro a 23 de Março,
semanalmente às sextas-feiras entre as 18:30h e as 20:30h.

(Para saber a morada e ver o mapa do local onde temos as nossas aulas por favor consulte os posts anteriores neste blog.)

Inscrições até 26 de Janeiro ou até que se esgotem as vagas.

Programa temático detalhado deste módulo de Sumi-e:

Dia 2 de Fevereiro
Exercícios com animais: peixes e peixinhos dourados

Dia 9 de Fevereiro
Exercícios com animais: galo

Dia 16 de Fevereiro
Exercícios com árvores:pinheiro

Dia 23 de Fevereiro
Exercícios com os Honoráveis Cavalheiros: bambu em paisagem noturna

Dia 2 de Março
Exercícios com os Honoráveis Cavalheiros: orquídeas e caracol

Dia 9 de Março
Exercícios com flores: camélias e papoilas

Dia 16 de Março
Exercícios com flores: íris

Dia 23 de Março
Exercícios com paisagens: colinas e ervas

Novas aulas de japonês avançado

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Os alunos que se encontrem no nível 5 de língua japonesa ou acima disso, considerado um nível avançado, poderão frequentar as nossas sessões práticas a partir de Janeiro.

Estas sessões são orientadas pela nossa professora de língua japonesa (cuja língua nativa é o japonês) e decorrerão às sextas-feiras entre as 21:00h e as 22:30h na nossa sala habitual (ver posts anteriores).

Calendário de aulas:

12, 19 e 26 de Janeiro; 9, 16 e 23 de Fevereiro; 2, 9, 16, 23 e 30 de Março

Sessão avulsa sem pré-inscrição: 15 euros, pagamento no próprio dia exclusivamente em numerário, antes do início da sessão.

Módulo trimestral: 110 euros (equivalente a 10 euros por cada aula).

Condições de inscrição:

> Caso a inscrição seja feita até 22 de Dezembro:

É registada a inscrição mediante a recepção de comprovativo de pagamento do módulo trimestral (110 euros) ou pagamento mínimo de 50% (55 euros), exclusivamente por email. No email deverá indicar o nome do aluno no caso de o comprovativo de pagamento ter sido feito por outra pessoa que não o próprio aluno. Deverá solicitar o NIB para efectuar a transferência bancária por email, usando umlongoveraonojapao@gmail.com.

Caso escolha fazer a liquidação mínima no ato de inscrição, a segunda parcela do pagamento deverá ser feita até ao dia 9 de Fevereiro. Também neste caso se solicita que seja enviado para o email o comprovativo de pagamento. O aluno que não realizar a liquidação até ao dia 9 de Fevereiro terá de suportar as restantes aulas ao valor de sessão avulsa sem pré-inscrição.

Queira por favor ter em consideração que o email através do qual for tratado o assunto da inscrição é o email para o qual vão ser enviados ao aluno os materiais pedagógicos, PDF’s, ficheiros áudio, etc. Após o envio do comprovativo de pagamento receberá a confirmação que se encontra inscrito.

Caso não seja recebido comprovativo de pagamento até 22 de Dezembro, o valor a pagar pelas aulas será o da sessão avulsa (15 euros por aula).

 

 

 

Edição especial em Lisboa

Vamos ter uma edição especial do Clube de Leituras o Oriente! Especial porque é em Lisboa e porque é uma sessão dupla, dedicada ao escritor japonês Shusaku Endo. Os livros tratados nesta sessão serão Silêncio e O Samurai.

Oradores: Inês Carvalho Matos e Pedro Teixeira da Mota

Os participantes são convidados a ler os livros antes da sessão, embora não seja um pré-requisito para desfrutarem da mesma.

A participação requer pré-inscrição por email, através de umlongoveraonojapao@gmail.com

20 de Janeiro de 2018 a partir das 15:30h
Biblioteca de Estudos Espirituais e Orientais
Rua da Esperança, 103, r/c
1200-656 Lisboa