Estão abertas as inscrições!

Curso de Estudos Japoneses

do Projeto Cultural e Pedagógico “Um longo Verão no Japão”

 

A partir de 105 euros por três meses de formação!

Descrição:

O nosso programa é o único curso integrado de Estudos Japoneses reconhecido pela Embaixada do Japão em Portugal (consultar site da Embaixada para mais informações). O programa cultural e pedagógico “Um longo Verão no Japão” faz parte da JapanNet – rede de entidades que promovem o conhecimento sobre o Japão em Portugal. Este projeto não tem fins lucrativos, o que significa que todos os valores de inscrição remetem a 100% para os formadores convidados e para as despesas de funcionamento, não tendo a organização qualquer benefício. Neste programa procura-se proporcionar ao aluno uma experiência imersiva nas várias dimensões dos Estudos Japoneses: língua, arte, história, sociedade, etc. Acompanhamos os projetos pessoais e profissionais de cada aluno no que diz respeito à sua aprendizagem sobre o Japão, e por isso aceitamos apenas um número limitado de inscrições em cada trimestre. Avaliamos gratuitamente o nível de língua japonesa (ou as prioridades para iniciar a aprendizagem) e elaboramos um plano individual para o trimestre. Os membros permanentes da organização são Inês M., membro da European Association of Japanese Studies e investigadora de Estudos Japoneses, e Ayano S., professora de língua japonesa de nacionalidade japonesa e com vários anos de experiência.

 

Lugares limitados:

Todas as sessões de língua japonesa terão, no máximo, 10 alunos. Todos os workshops práticos terão, no máximo, 14 alunos. Os alunos que frequentaram o curso no trimestre Setembro-Dezembro têm lugar cativo no trimestre Janeiro-Março, mas apenas até 20 de Dezembro. Após 20 de Dezembro as vagas preenchem-se por ordem de liquidação do valor da inscrição.

Avalie o seu nível:

Agende a avaliação do seu nível de língua japonesa (ou uma entrevista sobre as suas motivações no caso de ser para iniciação), gratuita, de modo a integrar este curso a partir de 6 de Janeiro. 

 

Programa para o trimestre de Janeiro a Março de 2017

Janeiro:

6 – Língua Japonesa – Sessão especial de ano novo.

Os dois grupos (A e B) têm aula em conjunto, tendo o tema do Ano Novo, por isso a língua japonesa que se vai aprender tem a ver com tradições, histórias, expressões, jogos, etc. (Ayano S.)

Esta aula também vai incluir a prática de algum kanji, dentro do tema. (Inês M.)

Extra: Entrega do livro que vai ser o tema do Clube de Leituras: “O livro do Chá”, de Kakuzo Okakura.

13 – Chronospaper (atelier de encadernação manual):

Encadernação Tradicional Japonesa + manual de poesia Haiku 

Nota: se desejar pode criar o seu caderno em branco, o manual de Haiku é oferta.

20 – Ayano S. :Língua japonesa

As sessões de língua japonesa são das 18h às 19.30h para o grupo A (iniciação) e das 19.40h às 21h para o grupo B (intermédio). No tempo remanescente (das 18h às 19.30h para o grupo B e das 19.40h às 21h para o grupo A) está disponível a prática orientada de kanji segundo o método “O Caminho do Kanji”, que é exclusivo deste curso, bem como a consulta da nossa biblioteca. 

27 – Catarina Vitorino: Shodo – caligrafia (workshop)

Fevereiro:

3 – Paula Walker: primeira aula do Mini-Curso de Sumi-e (Apresentação do tema “Os 4 Cavaleiros”)

10 – Paula Walker: segunda aula do Mini-Curso de Sumi-e (Orquídea)

17 – Língua Japonesa

24 – Língua Japonesa

Março:

3 – Clube de Leituras: “O livro do Chá”, de Kakuzo Okakura

Nesta sessão teremos chá verde matcha, preparado de forma tradicional.

10 – Língua Japonesa

17 – Paula Walker: terceira aula do Mini-Curso de Sumi-e (Ameixeira).

24 – Paula Walker: quarta e última aula do Mini-Curso de Sumi-e (Crisântemo)

31 – Língua japonesa

Total:

6 aulas de língua japonesa presenciais e apoio on-line permanente; 6 workshops com artistas convidados; 1 Clube de Leitura + Livro; 1 livro extra (no workshop de encadernação); degustação de chás e outros produtos japoneses (antes ou depois das sessões); método “O Caminho do Kanji”©. Os materiais pedagógicos serão entregues aos alunos em papel nas aulas presenciais e através de email durante a semana. 

Este programa não incluí ainda as visitas de estudo a espetáculos de cultura japonesa, pois a Embaixada do Japão ainda não anunciou o programa para 2017. No entanto os espetáculos são gratuitos e os alunos deste curso têm lugar garantido.

Tabela de preços:

Inscrição em todo o trimestre: 150 euros

Este valor inclui todas as sessões e todos os materiais pedagógicos.

Inscrição em sessões individuais:

Língua Japonesa – 10 euros por sessão

Workshops – 20 euros por sessão

Clube de Leituras – a participação é gratuita, mas não incluí o livro

Condições especiais e descontos (para inscrições em todo o programa):

– inscrições confirmadas e liquidadas antes de 20 de Dezembro: desconto de 30%, não acumulável com outros descontos

– estudantes: desconto de 30%, não acumulável com outros descontos

– menores de 15 anos: desconto de 30%, não acumulável com outros descontos

– residentes da Associação Cultural Condomínio Criativo: desconto de 30%, não acumulável com outros descontos

Considera-se inscrito no Curso ou em qualquer uma das sessões individuais depois de efetuar o pagamento. Para fazer o pagamento será fornecido o NIB por email ou sms. 

Para solicitar inscrição por favor envie email para umlongoveraonojapao@gmail.com

Estudos Japoneses em Portugal

O nosso curso, logo no seu primeiro trimestre, já foi reconhecido pela Embaixada do Japão em Portugal (pelo próprio Governo do Japão através do seu Ministério MOFA). Temos então um dos cursos de língua e cultura japonesa oficialmente recomendados na página da Secção Cultural da Embaixada. Além disso, é o único curso em Portugal de Estudos Japoneses! É um reconhecimento importante para a organização do nosso curso e para os nossos alunos. Estamos todos de parabéns! Se quiser juntar-se ao nosso curso escreva para umlongoveraonojapao@gmail.com

Lista de Cursos de Língua Japonesa recomendados pela Embaixada do Japão em Portugal

emb-japao-cursos-site

Colóquio Internacional

Amanhã, em Lisboa, vai realizar-se o primeiro Colóquio Internacional de Estudos Japoneses em Portugal dedicado especificamente à relação entre a Era dos Descobrimentos e as problemáticas da Globalização. O acesso a este colóquio é totalmente livre e gratuito, e não se limita a alunos da instituição de ensino no qual o mesmo se realiza. Noto ainda que estarão presentes, pela primeira vez em Portugal, nomes muito relevantes no panorama académico japonês.

coloquio cham

coloquio cham 2

Para aceder ao cartaz em PDF: Cartaz_CrossroadsCulturesFirms

Quanto à minha comunicação, agendada para as 15.30h, revelo aqui no blog o seu resumo.

Challenges in Identity and Territory:

from the visual culture of memory to the status of “heritage”

Key Words: Identity, Territory, History, Religion, Tourism

Core concepts in Western Philosophy such as Identity, Memory and History have never been considered to suit phenomena taking part in Japan as much as Japanese ideas about living treasures, reconstructing monuments and non-linear time have been scarcely used in arguments about European or even American culture. However, as the logics of cultural management and territory planning took a turn to a more global frame – the so called “glocal” issue – the need to reflect upon new problems made scholars and professionals seek out-of-the-ordinary schemata, questioning frontiers between disciplines and academic traditions. Fields of research that used to be very far from each other, anthropology and art history in one hand, international relations and politics in the other, found themselves face to face in more than one particular type of “heritage”. The visual culture of both places and people got intertwined with tourism practices to the point of being necessary to discuss what the commodity is and what is the identity, not neglecting the ability to “imagine” a community but going beyond that: finding strategies to develop low-populated regions, deal with aging, keep the pace in security challenges, take a grasp on religious narratives and crate a safe environment for native or foreign minorities.

Clube Leituras do Oriente

A próxima reunião do Clube Leituras do Oriente é já amanhã. O livro é “O Tumulto das Ondas” e a conversa vai ser acompanhada de chá do Japão. Hoje fica aqui o texto sobre o autor, que será amanhã também distribuído na reunião.

Se quiser participar no Clube ou sugerir leituras envie email para

umlongoveraonojapao@gmail.com

13781999_578110745700915_5965698636812888043_n

A autora deste texto é Inês Carvalho Matos, para o projeto cultural e pedagógico “Um longo Verão no Japão”. A publicação deste texto no blog http://www.umlongoveraonojapao.com não constitui alienação dos direitos à propriedade intelectual. Este texto não pode portanto usar-se no todo ou em partes por outrem, particular ou empresa, sem que sejam negociados os direitos com a sua autora.

HIRAOKA Kimitake nasceu a 14 de Janeiro de 1925 em Tokyo, filho de um funcionário governamental com grande erudição no campo da literatura e filosofia clássicas da China, no seio de uma família muito tradicionalista e ligada por clientela ao clã Maeda. Foi efetivamente criado pela sua avó até ter 12 anos. Esta era neta de um Daimyo (Senhor Feudal) na prefeitura de Hitachi. A sua avó passou-lhe a mesma educação aristocrática que ela tivera, visto que se orgulhava de estar na linhagem do próprio Tokugawa Ieyasu. Nos primeiros anos de adolescência Kimitake transitou do ambiente protegido e largamente feminino da casa da avó para uma estrutura educativa para-militar na casa paterna. Esta era tão rígida que o próprio veio mais tarde a revelar que o pai lhe rasgava as folhas onde escrevia (já tinha um grande gosto pela escrita) e o forçava a “provas de coragem” como estar a poucos centímetros de um comboio em movimento. Kimitake manifestou desce cedo uma grande competência para a aprendizagem de línguas estrangeiras, tendo dominado o alemão, o inglês e o francês ainda na adolescência. Isso permitiu-lhe ler obras de referência da literatura universal e conhecer intimamente os seus autores, pois podia ler a versão original.

O nome MISHIMA Yukio foi criado pelos seus professores para submeterem um dos seus textos a uma revista literária. Esta decisão visava proteger a identidade do jovem, então com cerca de 20 anos, e permitir que não fosse alvo da chacota dos colegas ao mesmo tempo que o motivava a continuar a escrever. O texto não só foi publicado na revista como teve uma versão impressa em separado em 1944. Apenas dois anos depois foi publicado mais um texto no qual o tema é precisamente o abuso e a violência a que o autor se vê sujeito por parte dos colegas de escola simplesmente por se interessar pelas letras.

Kimitake poderia até sentir que não estava a honrar os seus antepassados por não manifestar uma atitude de samurai em relação à guerra que decorria (a Segunda Guerra Mundial)*, mas o escritor que havia em si – Yukio – foi prolífico durante esses anos**. Mesmo com o racionamento do papel vários dos seus textos foram publicados. Noutros casos foi o próprio autor que escolheu não os entregar à prensa e continuar a trabalhar neles até que a guerra acabasse, o que veio a produzir algumas mas mais notáveis novelas e peças de teatro do Japão contemporâneo. Os seus temas eram tremendamente contemporâneos, tais como o de jovens aristocratas que se sentem atraídos pelos rituais ancestrais e espetaculares de suicídio, o do homem homossexual que tem de se esconder atrás de uma máscara de virilidade em tempos de guerra, ou versões mais atualizadas de peças de teatro medievais que refletem os dramas da vida quotidiana. Emergia claramente um estilo próprio e novas estratégias narrativas. Por exemplo, Mishima usava eventos marcantes nas suas ficções, tais como incêndios ou notícias que tinham sido amplamente divulgadas.

Logo que lhe foi possível começou a fazer viagens ao estrangeiro ***, tendo escolhido a Grécia como um dos seus primeiros destinos por lhe interessar o papel que a mitologia representa na literatura ficcional. Com efeito, a novela “O Tumulto das Ondas” foi escrita na sombra dessa viagem, entre 1952 e 53, e o autor assumiu até que se inspirou no mito de Daphne e Chloe. A partir do final da década de 50 começou também a escrever para cinema e a entrar em alguns filmes. A sua prestação de ator era considerada pelo próprio como uma extensão natural da criação de personagens tal como já fazia ao escrevê-las. Contudo, esta entrada no ecrã deu-se depois do próprio se ter passado a interessar pela sua saúde e aparência, visto que de 1955 em diante praticou religiosamente treino físico diário e um regime alimentar restritivo.

Da sua vida amorosa sabe-se que chegou a estar para casar com uma jovem que também tinha ligações aristocráticas chamada SHOUDA Michiko (que mais tarde veio a casar com Akihito e é agora a Princesa Michiko), mas acabou por casar em 1958 com SUGIYAMA Yoko, com a qual teve dois filhos, uma rapariga e um rapaz. Os seus filhos e a sua mulher nunca assumiram em público que o chefe de família tivesse conflitos de orientação sexual, no entanto vieram a ser publicadas cartas que o mesmo trocou com outros escritores e intelectuais nas quais se implica que teve experiencias homossexuais. Com efeito, os seus comportamentos estavam muitas vezes ligados à sua atividade literária, e a cronologia das cartas e das visitas a bares gay corresponde à escrita da obra “Cores Proibidas”.

Foi apenas depois de 1966 que o seu lado de fanatismo imperialista se revelou. Depois do Japão se ter subjugado à ocupação americana as células de resistência passaram a ser monitorizadas e dissolvidas com zelo. Contudo, isso apenas fez com que passassem a ser clandestinas, o que acentuava ainda mais o apelo dramático que exerciam nos homens japoneses, os quais se sentiam psicologicamente castrados e profundamente humilhados, pese embora extrapolassem essas emoções através de uma projeção na figura do Imperador. Não se gritava nas ruas pela recolocação do Imperador no seu anterior estatuto mas Kimitake veio também a sentir que esse grito estava simplesmente a ser silenciado. Assim, formou uma milícia constituída sobretudo por estudantes universitários, a qual praticava treino físico intenso e jurava obediência às “Vozes do Império”, uma abstração da figura do Imperador e do Japão idealizado. Esta orientação passou para a sua atividade profissional: as obras que escrevia eram sobretudo peças de teatro com os temas do patriotismo, da morte e da honra. Numa década em que os partidos à esquerda cresciam cada vez mais no Japão, Kimitake estava a remar contra a corrente, continuando a defender em plena luz do dia que o Imperador não deveria ter abdicado ou então deveria responsabilizar-se pelas mortes de milhares de japoneses que o tinham seguido para a Guerra. Com efeito, enquanto toda uma nação se voltava para a renovação, o escritor sentia-se preso a um paradoxo histórico, as suas raízes samurais exigiam-lhe que não aceitasse virar a página, e o fascínio por uma morte com honra crescia na sua mente. Veio a realizá-la em 1070, quando cometeu seppuku com a ajuda da sua milícia.

 

*  A justificação oficial para não ser recrutado foi a de se encontrar doente dos pulmões. Alguns biógrafos indicam que teria tuberculose e outros que teria uma simples gripe.

**  Graduou-se na Universidade de Tokyo em 1947. Contudo teve um esgotamento por exaustão logo em 1948. Veio a revelar-se mais tarde que durante todo o curso e no ano seguinte ele escrevia todas as noites, não dormindo, e passava todos os dias nas aulas e em palestras suplementares dadas por escritores, bem como em teatros e outros eventos ligados à literatura.

 ***  O Japão praticava uma política de isolamento, não sendo possível ao cidadão comum deslocar-se para além das suas fronteiras, sendo que se o fizesse não poderia regressar (ou seria preso). Apenas depois da Segunda Guerra Mundial foram revistas as normas de emigração e de viagem ao estrangeiro.

 

Kanji no Sótão

O projecto cultural e pedagógico “Um longo Verão no Japão” foi criado para a itinerância, para ir ao encontro das pessoas e das instituições onde quer que estivessem, mas confesso que estes últimos meses na Casa das Artes e a conviver com todas as pessoas do Condomínio Criativo me estão quase a converter à opção sedentária… A vida de nómada é boa, mas tratar das colheitas e ver as estações passar na mesma paisagem também não é mau.

Entre os vários eventos que lá se realizaram, um deles foi sendo expandido, multiplicado, re-editado, e agora já é quase regular. Trata-se do workshop de kanji. Como não há duas sessões iguais, os meus queridos alunos voltam e voltam e voltam. E eu fico muito feliz! Por isso continuo com o Kanji no Sótão, e enquanto houver alunos… há kanji! O próximo é já na terça-feira, 26 de Abril, continuamos com o horário das 18.30h às 20h.

Na próxima semana vou enviar a newsletter com a informação acerca do que está programado para o mês de Maio, datas e afins. (Se ainda não recebe a newsletter escreva para umlongoveraonojapao@gmail.com )

O vídeo sobre o tema que nos vai ocupar nos próximos workshops pode ver-se aqui.

 

Provérbios Japoneses

Desde o início deste ano que tenho estado a montar um mini-curso de kanji que é muito diferente no habitual. E agora, fruto da parceria com a Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto, já é possível!

Na minha aprendizagem de língua japonesa sempre senti a falta de uma orientação temática dos conteúdos, e sobretudo de um sistema que privilegiasse a parte prática. Para mim a aprendizagem é um processo visual, e a caligrafia é uma parte muito importante para a memorização do significado, forma e fonética de cada kanji. Para além disso, verifiquei que o kanji é uma porta aberta para a filosofia, para aquilo que se pode chamar a “niponidade”, de tal modo que até no Japão é ensinada como tal. Mas se um estrangeiro tem interesse por esses conteúdos não sendo proficiente em língua japonesa o universo da caligrafia está-lhe vedado! Ora eu não acho isso bem… Por isso meti mãos à obra para criar um curso que ensina a caligrafia com todo o rigor e arte, mas ao mesmo tempo é acessível a todos, com ou sem conhecimento de língua japonesa, e ao mesmo tempo dar-lhe a dimensão de um workshop ligeiro, o tipo de coisa que uma pessoa quer fazer para “arejar a cabeça”.

Desde este mês que os workshops de kanji estão aí, sendo a primeira série dedicada aos provérbios japoneses. Como a sessão do passado dia 11 correu tão bem e todos manifestaram vontade de continuar e de alargar o programa, vou fazer mais datas e mais conteúdos. Assim, mesmo quem não se conseguiu inscrever neste poderá fazer os próximos.

Não vos posso deixar espreitar a sala e o que lá fazemos, mas partilho aqui um dos vídeos. Este vídeo é um dos vários que realizei em exclusivo para este programa. Na sala onde decorre o workshop o vídeo é apresentado e comentado, servindo de modelo para os exercícios dos participantes na sessão.

Para consultarem as datas dos próximos workshops escrevam para umlongoveraonojapao@gmail.com, sigam-me no Google+, visitem a página do “Um longo Verão no Japão” no facebook ou então contactem a Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto.